Começou
a carreira no programa "Show do Rádio"
na Jovem Pan, e se tornou popular fazendo imitações.
Em 1979, foi para a Rede Globo, onde trabalhou durante
18 anos. Lá redigiu programas humorísticos
e também fez pequenas participações.
Kleber foi o primeiro a substituir Chico Anysio no Fantástico
e fez as últimas apresentações da
Buzina do Chacrinha, antes da morte de Chacrinha. Segundo
seus detratores, ele foi demitido da Globo em virtude
da amizade que mantinha com o ex-presidente Fernando Collor.
Passou
a fazer shows de stand up comedy e acabou sendo contratado
pela Rede TV!, onde apresentou o programa "Eu vi
na TV", criticado e aclamado por seu mais famoso
e polêmico quadro, o "Teste de Fidelidade"
("Fiel ou Infiel", na modificada versão
portuguesa, também apresentada por Kléber).
João
Kléber também comandou o programa "Tardes
Quentes", que inicialmente tinha como objetivo apresentar
atrações diferentes a cada dia da semana.
Mas o programa acabou se resumindo a exibição
de "pegadinhas", onde eram ridicularizados homossexuais,
idosos, mulheres e deficientes físicos. Seu programa
quase foi o causador do fim da concessão da RedeTV!
pois, no dia 24 de outubro de 2005, um grupo de homossexuais
entrou na Justiça acusando-o de discriminação,
e solicitando a censura a seus programas. Logo em seguida,
depois de ter tido seu sinal desligado por um dia, a emissora
tirou o "Tardes Quente" do ar, demitiu João
Kleber e, obrigada pela Justiça, cedeu o horário
do programa para entidades sociais, que levaram ao ar
o programa "Direitos de Resposta" por dois meses,
até janeiro de 2006. Atualmente a Rede TV! vende
o horário antes ocupado por João Kléber
para o "bispo" evangélico R.R Soares.
Segundo
revistas de fofocas e boatos divulgados por pessoas e
grupos que não simpatizam com João Kleber,
ele teria sido traído por um dos atores do quadro
"Teste da Fidelidade", que se envolveu com sua
esposa Wanya Guerreiro, ex-amante de PC Farias e Pedro
Collor. João Kleber encarou os fatos como se tivesse
caído em uma "pegadinha", mas não
escondeu sua decepção.
João
Kleber ostenta no Orkut uma das maiores comunidades que
segue o estilo "Eu Odeio...", com mais de 150.000
usuários.