Foi
criado em 11 de fevereiro de 1953, durante o governo de
Ernesto Dornelles. A escolha da cidade de Piratini para
sediar o museu decorre do fato de o município concentrar
o maior conjunto arquitetônico tombado pelo Patrimônio
Histórico, em âmbito estadual e nacional.
Em
seu acervo encontra-se um conjunto de peças de
diferentes épocas e de diversos temas: objetos
pessoais de Bento Gonçalves e sua família,
como o livro de orações de sua esposa, Caetana,
onde eram guardados documentos da revolução;
o termo de posse e condecorações do líder;
telas sobre a Guerra dos Farrapos, como um imenso painel
em óleo sobre tela que retrata a fuga de Anita
Garibaldi; mobiliários do século XIX; moedas
do período colonial até os nossos dias;
objetos do cotidiano, como máquinas de costura,
xícaras, talheres, palmatórias; a urna que
elegeu Bento Gonçalves como presidente; fardas
da Guarda Nacional; lenços farroupilhas; armas
brancas; vestuários e imagens sacras, entre outros.