Em
1905, o acervo foi transferido para um prédio construído
em 1887, que é um belo modelo de residência
urbana e nobre do século XIX. Nele residiu, entre
1898 e 1903, o ex-presidente do Estado Júlio de
Castilhos. Ainda permanece na casa o quarto do casal e
o gabinente. O prédio foi tombado pelo Patrimônio
Estadual em 1982.
Hoje,
o acervo do Museu possui cerca de 10 mil peças,
tombadas pelo Instituto do Patrimônio Histórico
e Artístico Nacional (IPHAN). Conta com valioso
acervo histórico, artístico e cultural,
com peças, armas, roupas, utensílios e documentos
ligados à história e formação
do povo gaúcho. Destacam-se os acervos da cultura
indígena, Missões Jesuíticas, Revolução
Farroupilha, Guerra do Paraguai, correntes migratórias
e dos primeiros anos da República Rio-Grandense.
No pátio, encontram-se canhões usados durante
a Revolução Farroupilha.
O
Museu também apresenta exposições
temporárias e promove atividades culturais. O horário
de atendimento ao público é de terças
a sextas-feiras, das 12h às 18h. A entrada é
franca.