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>>> Doenças >>> Gripe |
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A
Gripe é uma doença infecciosa
aguda causada por um vírus chamado Influenza. Apesar
disso, a gripe continua a ser, para o comum dos cidadãos
e também para muitos profissionais de saúde,
uma doença que não levanta muitas preocupações,
Tal
ideia é contrariada pela história da doença
ao longo dos séculos e, actualmente, pelos dados
epidemiológicos sobre a sua morbilidade e mortalidade.
Em contrapartida, é também uma doença
que pode ser prevenida.
O
vírus Influenza é um vírus respiratório
que foi descoberto no ano 1933
A
história primitiva da gripe parece remontar ao
tempo de Hipócrates, no século V a.C.. Nos
últimos quatrocentos anos, foram descritas, em
vários países, epidemias de doença
acompanhada de arrepios, febre, tosse, dores e suores,
que seriam devidas a gripe. No passado acreditava-se que
estes episódios, que dizimavam as populações,
eram devidos à influência dos astros e, daí,
a adopção do nome Influenza.
Como
doença, é altamente contagiosa e durante
as epidemias e pandemias (epidemias que atingem proporções
mundiais), o vírus Influenza atinge uma elevada
percentagem da população. Pensa-se ter existido
trinta e duas pandemias, três das quais no século
XX:
* a primeira em 1918-1919 (gripe espanhola) causou vinte
a quarenta milhões de mortes, com maior incidência
na faixa etária entre os 20 e 40 anos;
* a segunda em 1957-1958 (gripe asiática); e
* a terceira em 1968-1969 (gripe de Hong Kong).
Nestas
duas pandemias morreram mais de 1,5 milhões de
pessoas e os custos económicos directos, a nível
mundial, foram superiores a 32 biliões de dólares.
A
doença evolui, na generalidade, de forma benigna,
sem necessidade de grandes medidas terapêuticas.
No
entanto, pode complicar-se e aparecer sob formas mais
graves. A gravidade da infecção viral depende
do grau de virulência e da quantidade dos vírus,
da idade e do estado de saúde do indivíduo.
A
prevenção da gripe é feita através
de vacinação, devendo ser dirigida essencialmente
aos grupos populacionais de alto risco, como no caso dos
idosos, doentes portadores de doenças respiratórias
e cardíacas crónicas, bem como profissionais
de saúde que têm contacto com esses grupos.
Nos
anos em que surgem surtos epidémicos, assiste-se
a um excesso de número de doentes e por vezes de
mortes por doenças respiratórias imputadas
directamente à infecção gripal, com
elevados custos sociais e na saúde, devido ao elevado
grau de absentismo laboral e escolar.
Em
função destas características e consciente
da importância da gripe, a Organização
Mundial de Saúde (OMS) desenvolveu um programa
de vigilância mundial em 1947. Há mais de
trinta anos que não ocorre uma pandemia, mas está-se
ciente que só a prevenção e a vigilância
a nível mundial poderá atenuar as suas consequências.
Foi o que se observou no surto de gripe de 1998, ocorrido
em Hong Kong, conhecido pela gripe das galinhas, que atingiu
dezoito pessoas das quais seis faleceram, e que obrigou
ao abate de milhares de aves de capoeira.
Em
Portugal, os programas de vigilância clínica
e laboratorial, apoiados pelo Instituto Nacional de Saúde
Doutor Ricardo Jorge e Direcção-Geral da
Saúde, são postos em prática pelo
Centro Nacional da Gripe e pela Rede de Médicos
Sentinela. A vigilância laboratorial permite que
os peritos seleccionem as variantes que devem ser incluídas
nas vacinas contra a gripe, em cada época de gripe.
Os
profissionais de saúde têm um papel muito
importante no controlo desta doença, particularmente
na época do Outono/Inverno no sentido de promover
a vacinação essencialmente nos grupos de
risco.
São normalmente considerados dois períodos
distintos na história das pandemias de gripe.
O
primeiro período estende-se da mais remota antiguidade
até 1933, data do isolamento do vírus Influenza
por Wilson Smith e os seus colaboradores Christopher H.
Andrewes e Patrick P. Laidlaw. Até esta data, as
descrições baseia-se em dados clínicos
e epidemiológicos, sendo de destacar as pandemias
de 1889-1890 e 1918-1919.
O
segundo período vai de 1933 até à
actualidade. Caracteriza-se pelo emprego dos métodos
de diagnóstico virológico, permitindo estudar
as epidemias sobre uma base etiológica. Neste período,
salienta-se a gripe asiática (1957) e a gripe de
Hong Kong (1967).
Primeiro
Período
Pensa-se
que a referência mais antiga a um surto de gripe
se deva a Hipócrates. No Livro IV das Epidemias
descreve um extenso surto de uma infecção
catarral que afectou o norte da Grécia no ano de
412 a.C., sem que, no entanto, se possa assegurar que
se tratasse de gripe.
Para
alguns autores, a data em que se individualizam as epidemias
de gripe deve fixar-se nos séculos XIV a XVI, correspondendo
às epidemias italianas do Renascimento.
Nos
séculos seguintes à grande pandemia de 1530,
produziram-se pequenas epidemias, as quais foram diminuindo
de frequência até que, entre 1847 e 1889
a gripe desapareceu da Europa Ocidental (Período
de Eclipse da Gripe), persistindo de forma endémica
na Ásia Central.
Pandemia
de 1889-1890
Entre
Maio e Junho de 1889, iniciou-se uma grande pandemia de
gripe com origem na Sibéria, que se alastrou para
ocidente, atigindo a Europa Ocidental em Novembro. Em
1890, difunde-se por África, Médio Oriente,
Índia, Austrália, Nova Zelândia e
América.
Esta
pandemia afectou 15 a 70% da população,
conforme as zonas, e a mortalidade foi baixa para adultos
e jovens.
A
partir desta pandemia, inicou-se um novo período
na epidemiologia da gripe, passando esta a constituir
uma das maiores causas de morbilidade e mortalidade na
maioria dos países da Europa Ocidental.
Foi
sugerido que esta pandemia foi originada por um novo mutante
do vírus Influenza, relacionado com o actual subtipo
H2N2.
Em
Lisboa, a epidemia teve início entre 17 e 23 de
Dezembro de 1889. Mais de metade da população
foi afectada e a progressão para povoações
suburbanas foi rápida.
Pandemia
de 1918-1919
Esta
pandemia foi designada por gripe espanhola.
Segundo
período
A
gravidade da pandemia de 1918-1919 acelera as pesquisas
sobre o agente da doença. Em 1920, Richard Shope
sugere que o agente implicado na gripe suína é
um vírus. Em 1933, Wilson Smith, Christopher H.
Andrewes e Patrick P. Laidlaw, em Inglaterra, isolam,
de um caso humano, pela primeira vez, o vírus causador
da gripe.
O
primeiro vírus isolado é classificado de
A0 (H0N1), o subtipo prevalente entre 1933 e 1946.
Entre
1946 e 1949 vários surtos epidémicos espalhados
pelo mundo levam ao isolamento de um novo subtipo, H1N1,
o qual prevaleceu até 1956. O facto dos subtipos
H0N1 e H1N1 ocasionarem surtos epidémicos regulares,
sem nunca terem originado pandemias, deve-se provavelmente
às variações antigénicas produzidas
serem pouco significativas, o que levou à sua inclusão,
presentemente, num único subtipo H1N1.
Pandemia
de 1957
Esta
pandemia foi designada de gripe asiática.
Pandemia
de 1968
Esta
pandemia foi designada de gripe de Hong Kong.
Pandemia
de 1977
A
partir de 1977, observou-se, a nível mundial, um
comportamento epidemiológico da gripe desconhecido
até então: a circulação simultânea
do subtipo A (H3N2) - em circulação desde
1968 - e do subtipo A (H1N1) - que tinha estado em circulação
entre 1947 e 1957.
O
subtipo H1N1, desaparecido em 1957, começa a ser
isolado no início de Novembro em Moscovo, desencadeando
em poucos dias um surto epidémico que atinge várias
cidades russas, afectando principalmente crianças
e jovens adultos. No mesmo mês, em Hong Kong, verifica-se
o mesmo fenómeno.
Estes
surtos vão ocorrendo por todo o mundo, afectando
principalmente indivíduos com menos de 20 anos,
grupo que não teve qualquer contacto anterior com
o subtipo H1N1, pois tinha deaparecido antes de terem
nascido.
Em
Portugal, o subtipo H1N1 dissemina-se em final de 1978
e início de 1979.
Anualmente,
desde 1977, os dois subtipos em circulação
simultânea - H1N1 e H3N2 - vão apresentando
pequenas variações menores, observando-se
predomínio de estirpes de um ou outro subtipo,
responsáveis por surtos a nível mundial
ou somente a nível regional.
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A
gripe ocorre, mais frequentemente, nos meses de Inverno
e, habitualmente, o pico surge entre Dezembro e Março
no hemisfério norte. Só atinge o hemisfério
sul meio ano mais tarde, na época fria local.
Admite-se,
no entanto, a existência de casos esporádicos
de gripe ao longo de todo o ano. Os casos de gripe que
aparecem isolados fora do Inverno passam habitualmente
sem diagnóstico sendo rotulados de síndromes
gripais.
Quando
a temperatura é baixa e na ausência de radiação
ultravioleta o vírus sobrevive o tempo suficiente
para poder ser transmitido de um pessoa infectada para
uma pessoa saudável.
Outro
factor facilitador da transmissão do vírus
é o agrupamento de pessoas em recintos fechados
(escolas, lares, meios colectivos de transporte, discoteca).
A
gripe elevada apresenta uma elevada taxa de transmissão.
Transmite-se por partículas da saliva de uma pessoa
infectada, expelidas sobretudo através da respiração,
da fala, da tosse e dos espirros.
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Habitualmente
benigna, a gripe pode ser grave, principalmente para as
pessoas idosas ou debilitadas por doenças crónicas.
As complicações surgem mais frequentemente
em pessoas com doença cardio-pulmonar preexistente
e na gravidez. No caso da gravidez, podem inclusivamente
haver repercussões no recém-nascido.
A
idade é um factor adicional no aumento das complicações,
em particular se o idoso é portador de doença
respiratória. As pessoas com 65 ou mais anos apresentam
taxas de hospitalização e de mortalidade
por pneumonia e gripe superiores às da população
em geral.
As
complicações respiratórias mais frequentes,
que podem levar inclusivamente à hospitalização,
são:
* Traqueobronquite: infecções das vias aéreas
inferiores, sem tradução radiológica
e com recorrência e exacerbação da
tosse seca inicial, acompanhada por vezes de secreções
espumosas sanguinolentas; apesar de poder persisitr por
3 semanas, o prognóstico é, em geral, bom.
* Pneumonia bacteriana secundária: a hemaglutinina
e a neuraminidase, ao ligarem-se às células
da mucosa traqueobrônquica, impedem o seu normal
metabolismo e provocam inicialmente uma discinésia
ciliar e posteriormente a desnudação da
mucosa de revestimento do aparelho respiratório,
facilitando desse modo o aparecimento das infecções
bacterianas secundárias; a quimiotaxia dos neutrófilos
e a função fagocítica dos monócitos
e macrófagos é bastante alterada; a destruição
do pneumócito tipo II deiminui a produção
de surfactante; clinicamente, os doentesmelhoram em 2
a 3 dias após o episódio gripal, retornando
a tosse e aparecendo expectoração purulenta;
o tratamento é antibioterapia domiciliar ou hospitalar.
* Pneumonia primária por Influenza: rara; é
a complicação mais grave e surge em indivíduos
de alto risco (doentes pulmonares crónicos ou com
patologia valvular cardíaca e grávidas);
rápido e grave envolvimento pulmonar com dificuldade
respiratória, com deterioração do
seu estado e eventual evolução para a morte
num quadro de síndrome de dificuldade respiratória
aguda; alta mortalidade.
Outras
complicações possíveis são:
* Miocardite: quer no Influenza A quer no B; pode estar
relacionada com alguns casos de morte súbita, durante
as epidemias de gripe, em indivíduos jovens previamente
saudáveis.
* Neurológicas: desde encefalite, mielite, radiculite,
até síndrome de Guillan-Barré.
* Síndrome de Reye: parece estar relacionado com
a ingestão de salicilatos; mais comum em crianças,
entre os poucos meses e os 14 anos; imputável ao
Influenza B; causa necrose gorda do fígado, com
uma letalidade elevada que pode atingir os 36%.
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A
vacinação é o principal método
de prevenção e controlo da infecção
gripal, bem como das suas afecções graves,
mas a partir do momento em que um indivíduo fica
infectado pelo vírus da gripe e apresenta manifestações
clínicas de doença, necessita ser tratado.
Na
maioria dos casos, o repouso na cama e o alívio
sintomático são suficientes. Nos indivíduos
de alto risco e com complicações pode ser
necessária a hospitalização.
Procedimentos
aconselhados em caso de gripe
* Procurar isolar-se das outras pessoas, de forma a diminuir
o contágio. As pessoas que vivem sozinhas, especialmente
se são idosas, devem pedir a alguém que
lhes telefone, duas vezes por dia, para saber se estão
bem.
* Descansar, ingerir muitos líquidos (água,
sumos) e manter a alimentação, comendo o
que apetecer mais.
* Evitar mudanças de temperatura.
* Não se agasalhar demasiado.
* Contactar o médico assistente, se é portador
de doença crónica ou prolongada.
* Tomar medicamento para baixar a febre (paracetamol).
Se tiver muitas dores também pode tomar analgésicos.
O paracetamol também é analgésico.
* Fazer atmosfera húmida, se tiver tosse.
* Aplicar soro fisiológico para desentupir/descongestionar
o nariz.
* Pode não ser aconselhável tomar medicamentos
que reduzam a tosse.
* Não tomar antibióticos sem aconselhamento
médico, dado serem recomendados apenas para o tratamento
de algumas complicações infecciosas da gripe.
* Grávidas e mães a amamentar só
podem tomar paracetamol após contactar o médico
assistente.
* Nas crianças, não dar aspirina sem conselho
médico.
* Durante o período de doença não
deverá ser vacinado.
Papel
dos antivirais
Conhecem-se
diversos fármacos com actividade sobre o vírus
da gripe, nomeadamente a amantidina e a rimantidina (tratamento
e profilaxia), zanamivir e oseltamivir (profilaxia).
O
tratamento com estes medicamentos deve ser sempre decidido
pelo médico assistente, ponderados os seus benefícios,
limitações e efeitos indesejáveis,
tendo em conta que actuam principalmente na redução
da sintomatologia clínica viral, se administrados
precocemente após o início dos sintomas.
Não
está demonstrada uma prevenção das
complicações associadas à gripe.
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A
gripe pode ser evitada através da vacinação
e da redução de contactos com pessoas infectadas.
Esta prevenção é ainda mais necessária,
dado não existir um tratamento específico
que se revele totalmente satisfatório.
Vacinação
A
vacinação é eficaz porque, em 75%
das situações, evita o aparecimento da gripe
e, em 98% dos casos, diminui a gravidade da doença.
No entanto, não dá protecção
a longo prazo porque o vírus muda constantemente
– mudança e flutuação genética
– com novas estirpes e variantes a emergirem, pelo
que as pessoas não conseguem desenvolver imunidade
específica às estirpes individuais que vão
aparecendo.
Aspectos
gerais
As
vacinas contra a gripe começaram a ser produzidas
pela primeira vez em 1937; no entanto, estas vacinas provocavam
graves reacções e não eram muito
eficazes na prevenção da doença.
No final dos anos 60 do século XX duas grandes
descobertas ajudaram a melhorar as vacinas anti-gripais.
A primeira foi a purificação da vacina de
forma a minorar os efeitos secundários e a segunda
foi a caracterização das duas proteínas
de superfície do vírus: a hemaglutinina
e a neuraminidase. Esta caracterização permitiu
um rápido reconhecimento das mutações
virais e a produção relativamente rápida
de uma vacina anual mais eficaz e mais segura.
Políticas
de vacinação e utilização
de vacinas
Na
maioria dos países ocidentais, as autoridades de
saúde emitem anualmente recomendações
quanto à vacinação contra a gripe,
destinadas a grupos específicos em maior risco
de infecções gripais ou suas complicações,
existindo, na generalidade, uma semelhança entre
aqueles grupos na Europa.
Em
Portugal, as vacinas, previamente autorizadas, e que estão
conforme as recomendações da Organização
Mundial da Saúde (OMS) para cada ano, estão
à venda nas farmácias sendo comparticipadas
em 40% do seu preço total, mediante receita médica.
Em
Portugal, a Direcção-Geral da Saúde
aconselha a vacinação, preferencialmente
no Outono, aos seguintes grupos: I) Pessoas consideradas
com alto risco de desenvolver complicações
pós-infecção gripal:
* Indivíduos com 65 ou mais anos de idade, particularmente
os residentes em lares ou outras instituições;
* Pessoas residentes ou com internamentos prolongados
em instituições prestadoras de cuidados
de saúde, independentemente da idade (ex: deficientes,
centros de reabilitação);
* Pessoas sem-abrigo;
* Todas as pessoas com idade superior a 6 meses, incluindo
grávidas e mulheres a amamentar, que sofram de:
- doenças crónicas pulmonares (incluindo
asma), cardíacas, renais e hepáticas;
- diabetes mellitus ou outras doenças metabólicas;
- outras situações que provoquem depressão
do sistema imunitário, como corticoterapia, infecção
pelo VIH e cancro;
* Pessoas sem abrigo;
* Crianças e adolescentes (6 meses - 18 anos) em
terapêutica prolongada com salicilatos, estando
portanto em risco de desenvolver o síndrome de
Reye após a gripe.
II)
Pessoas que podem transmitir o vírus aquelas consideradas
de alto risco:
* Pessoal dos serviços de saúde e outros
serviços em contacto directo com pessoas de alto
risco;
* Pessoal dos serviços de saúde que trabalha
em hospitais e que tenha contacto directo com doentes
internados;
* Coabitantes (incluindo crianças com mais de 6
meses) de pessoas de alto risco.
III)
No contexto de uma eventual reemergência de Síndrome
respiratório agudo (SRA), deve ponderar-se a vacinação
contra a gripe em viajantes que se desloquem para áreas
em que à data, segundo a OMS, haja transmissão
de SRA.
Pode
ainda ser ponderada a vacinação de outras
pessoas ou grupos que, por analogia, se considerem em
igual risco de contrair ou transmitir a gripe.
A
vacinação contra a gripe está contra-indicada
em:
* Antecedentes de reacção grave a uma dose
anterior da vacina;
* Alergia ao ovo.
Não
se recomenda portanto, a vacinação da população
em geral, uma vez que as formas graves da doença
se observam principalmente entre pessoas de idade ou debilitadas
por afecções crónicas.
De
qualquer modo, é importante o indivíduo
aconselhar-se com o seu médico assistente antes
de proceder à vacinação.
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| O CASTELO
ANIMADO é tão maravilhoso quanto A VIAGEM DE CHIHIRO. |
Mais um grande
sucesso em animação da parceria Disney/Pixar. |
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