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>>> Doenças >>> Tuberculose |
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A
"tuberculose" - também
chamada em português de tísica pulmonar ou
"doença do peito" - é uma das
doenças infecciosas documentadas desde mais longa
data e que continua a afligir a Humanidade nos dias atuais.
Estima-se que sua bactéria causadora tenha evoluído
há 15.000 ou 20.000 anos, a partir de outras bactérias
do gênero Mycobacterium.
Por conta de seus variados sintomas, a tuberculose não
era identificada como uma única doença até
à segunda década do século XIX, e
não era chamada de tuberculose até ser batizada
em 1839 por J.L. Schoenlein. Algumas formas da doença
provavelmente eram conhecidas deste a Grécia antiga,
senão antes, considerando-se que a doença
se originou a partir do primeiro gado domesticado (no
qual também originou a varíola humana).
O
bacilo causador da doença, Mycobacterium tuberculosis
foi descrito em 24 de março de 1882 por Robert
Koch. Ele recebeu em 1905 o Prémio Nobel de medicina
por sua descoberta. Koch não acreditava que as
tuberculoses bovina e humana fossem similares, o que impediu
o reconhecimento do leite infectado como fonte da doença.
Mais tarde, esta fonte foi eliminada graças à
pasteurização. Koch apresentou um extrato
de glicerina com o bacilo da tuberculose como um "remédio"
para a doença em 1890, chamando-o de tuberculina.
Ele não teve eficácia, porém, foi
mais tarde adaptado por von Pirquet para um teste para
tuberculose pré-sintomática.
O
primeiro sucesso genuíno de vacinação
contra a tuberculose foi desenvolvido a partir de linhagens
atenuadas da tuberculose bovina, e criado por Albert Calmette
e Camille Guerin em 1906. Era a vacina BCG (Bacilo de
Calmette e Guerin). Ela foi usada pela primeira vez em
humanos em 18 de julho de 1921 naFrança, apesar
de arrogâncias nacionais terem impedido a disseminação
de seu uso, seja nos EUA, Reino Unido ou Alemanha até
o final da Segunda Guerra Mundial.
A
tuberculose causou enorme preocupação pública
no século XIX e no início do século
XX, como a doença endêmica entre as classes
pobres das cidades. Na Inglaterra de 1815, uma entre quatro
mortes eram devido à tísica pulmonar; por
volta de 1918, uma dentre seis mortes na França
ainda era causada pela TB. Depois de ter ficado claro,
por volta de 1880, que a doença era contagiosa,
a tuberculose se tornou uma doença de notificação
obrigatória na Grã Bretanha; foram feitas
campanhas para que não se escarrasse em locais
públicos, e as pessoas com a infecção
eram "encorajadas" a irem para sanatórios
que chegavam a lembrar prisões. Apesar dos "benefícios"
do ar fresco e do trabalho apregoados nos sanatórios,
75% dos que neles entravam morriam num prazo de 5 anos
(dados de 1908).
A
preocupação com a disseminação
foi tanta em alguns países, como os EUA, que chegou
a surgir um movimento contrário a que se escarrasse
em público, exceto em locais com escarradeiras.
Na
Europa, as mortes por TB caíram de 500 por 100
000 pessoas em 1850 para 50 em 100 000 por volta de 1950.
Melhorias na saúde pública já vinham
reduzindo a incidência de tuberculose mesmo antes
do surgimento dos antibióticos, apesar de a importância
da doença ainda ser grande quando o chamado Medical
Research Council da Grã-Bretanha lançou
seus primeiros projetos para a doença em 1913.
Somente
após 1946, com o desenvolvimento do antibiótico
estreptomicina é que o tratamento, e não
apenas a prevenção, se tornaram possíveis.
Antes disso, somente a intervenção cirúrgica
era possível como tratamento (além dos sanatórios),
incluindo a técnica do pneumotórax: provocar
o colapso de um pulmão infectado para deixá-lo
"descansar" e permitir a cicatrização
das lesões, técnica muito habitual mas pouco
benéfica, e que foi posta de lado após 1946.
Esperanças
de que a doença pudesse ser completamente eliminada
foram frustradas desde o surgimento de cepas de bacilos
resistentes aos antibióticos nos anos 80. Por exemplo,
os casos de TB no Reino Unido, por volta de 50 000 em
1955, caíram para cerca de 5 500 em 1987, mas em
2001 havia mais de 7 000 casos confirmados. Por conta
da eliminação de instalações
de tratamento públicas em Nova Iorque nos anos
70, houve uma resurgência da doença nos anos
80. O número daqueles que interrompem seu tratamento
é muito alto. Nova Iorque teve que lidar com mais
de 20 000 pacientes "desnecessários"
com muitas cepas resistentes a muitas das drogas normalmente
usadas. O ressurgimento da tuberculose resultou na declaração
de uma emergência médica global pela Organização
Mundial da Saúde (OMS) em 1993.
Em
2003, pesquisadores criaram acidentalmente, em laboratório,
uma cepa mais letal e de reprodução mais
rápida de bactérias da tuberculose.
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O
causador da tuberculose (mais precisamente, a tuberculose
pulmonar) é o Mycobacterium tuberculosis (MTB) também
conhecido como bacilo de Koch, em homenagem ao seu descobridor,
o médico alemão Heinrich Hermann Robert Koch.
É uma bactéria aeróbia do tipo Gram-positiva
de crescimento lento, a qual se divide a cada 16 ou 20 horas,
o que é bastante lento comparado a outras bactérias
cuja divisão se dá em minutos. É um
bacilo (isto é, uma bactéria em forma de bastão)
que pode resistir a desinfetantes fracos e pode sobreviver
em meio seco durante semanas, porém, só consegue
se desenvolver no organismo de um hospedeiro. A tuberculose
é uma das mais importantes doenças infecciosas
atuais, que até hoje afeta milhões de seres
humanos, e depois do surgimento da SIDA/AIDS sua disseminação
voltou a crescer.
Levou
tempo até que se conseguissem fazer culturas in
vitro do M. tuberculosis (ou MTB), porém, atualmente
este é um processo laboratorial comum. O MTB é
identificável no microscópio após
tratamento com solução álcool-ácida
e coloração (método de Ziehl-Neelsen).
Na técnica de coloração mais comum,
os bacilos absorvem um corante vermelho brilhante que
contrasta bem com um fundo azul. Os bacilos álcool-ácido
resistentes também podem ser visualizados por microscopia
fluorescente (técnica do fluorocromo), e por coloração
com auramina-rodamina.
O
grupo ao qual pertence o M. tuberculosis inclui 3 outras
bactérias que também podem causar tuberculose:
a M. bovis, a M. africanum e a M. microti. As duas primeiras
provocam raros casos da doença, e a última
não causa infecção em humanos.
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Transmissão
A
tuberculose se dissemina através de gotículas
no ar que são expelidas quando pessoas com tuberculose
infecciosa tossem, espirram, falam ou cantam. Contatos
próximos (pessoas com contato prolongado, freqüente
ou intensivo) têm alto risco de se infectarem (taxa
de infecção de 22%). A transmissão
ocorre somente a partir de pessoas com tuberculose infecciosa
ativa (e não de quem tem a doença latente).
A
probabilidade da transmissão depende do grau de
infecção da pessoa com tuberculose e da
quantidade expelida, forma e duração da
exposição ao bacilo, e a virulência.
A
cadeia de transmissão pode ser interrompida isolando-se
pacientes com a doença ativa e iniciando-se uma
terapia anti-tuberculose eficaz.
Patogenicidade
Só
10% dos pacientes com tuberculose infecciosa evoluem para
o quadro da doença - uma percentagem bem reduzido.
Infecção
A
infecção por tuberculose se inicia quando
o bacilo atinge os alvéolos pulmonares e pode se
espalhar para os nódulos linfáticos e daí,
através da corrente sanguínea para tecidos
mais distantes onde a doença pode se desenvolver:
a parte superior dos pulmões, os rins, o cérebro
e os ossos.
A
resposta imunológica do organismo mata a maioria
dos bacilos, levando à formação de
um granuloma. Os "tubérculos", ou nódulos
de tuberculose são pequenas lesões que consistem
em tecidos mortos de cor acinzentada contendo a bactéria
da tuberculose.
Normalmente
o sistema imunológico é capaz de conter
a multiplicação do bacilo, evitando sua
disseminação em 90% dos casos.
A
doença
Entretanto,
em algumas pessoas, o bacilo da tuberculose supera as
defesas do sistema imunológico e começa
a se multiplicar, resultando na progressão de uma
simples infecção por tuberculose para a
doença em si. Isto pode ocorrer logo após
a infecção (tuberculose primária
– 1 a 5% dos casos), ou vários anos após
a infecção(reativação da doença
tuberculosa, ou bacilo dormente – 5 a 9 %).
Cerca
de 5% das pessoas infectadas vão desenvolver a
doença nos dois primeiros anos, e outras 5% vão
desenvolvê-la ainda mais tarde. No total, cerca
de 10% dos infectados com sistema imunológico normal
desenvolverão a doença durante a vida.
Algumas
situações aumentam o risco de progressão
da tuberculose. Em pessoas infectadas com o HIV o risco
aumenta em 10% ao ano, ao invés de 10% por toda
a vida. Outras situações de risco incluem:
o abuso de drogas injetáveis; infecção
recente de tuberculose nos últimos 2 anos; raio-x
do tórax que sugira a existência de tuberculose
(lesões fibróticas e nódulos); diabetes
mellitus, silicose, terapia prolongada com corticosteróides
e outras terapias imuno-supressivas, câncer na cabeça
ou pescoço, doenças no sangue ou reticuloendoteliais
(leucemia e doença de Hodgkin), doença renal
em estágio avançado, gastrectomia, síndromes
de mal-absorção crônicas, ou baixo
peso corporal (10% ou mais de peso abaixo do ideal).
A
tuberculose afeta principalmente os pulmões (75%
ou mais) e é chamada de tuberculose pulmonar.
Os
sintomas incluem tosse prolongada com duração
de mais de três semanas, dor no peito e hemoptise.
Outros sintomas incluem febre, calafrios, suores noturnos,
perda de apetite e de peso, e cansaço fácil.
A palavra consunção (consumpção,
em Portugal) surgiu porque os doentes pareciam ter sido
"consumidos por dentro" pela doença.
Outros
locais do corpo que são afetados incluem a pleura,
o sistema nervoso central (meninges), o sistema linfático,
o sistema genitourinário, ossos e juntas, ou pode
ser disseminada pelo corpo (tuberculose miliar - assim
chamada porque as lesões que se formam parecem
pequenas sementes). Estas são mais comuns em pessoas
com supressão imunológica e em crianças.
A tuberculose pulmonar também pode evoluir a partir
de uma tuberculose extrapulmonar.
Resistência
a medicamentos
A
tuberculose resistente é transmitida da mesma forma
que as formas sensíveis a medicamentos. A resistência
primária se desenvolve em pessoas infectadas inicialmente
com microorganismos resistentes. A resistência secundária
(ou adquirida) surge quando a terapia contra a tuberculose
é inadequada ou quando não se segue ou se
interrompe o regime de tratamento prescrito.
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Uma
avaliação médica completa para a TB
inclui um histórico médico, um exame físico,
o teste subcutâneo de Mantoux, um raio-x do tórax
e estudo sob microscópio e culturas microbiológicas.
Histórico
médico
O
histórico médico inclui a obtenção
de sintomas da tuberculose pulmonar (TB): tosse intensa
e prolongada por três ou mais semanas, dor no peito
e hemoptise. Sintomas sistêmicos incluem febre,
calafrios, suores noturnos, perda de apetite e peso, e
cansaço fácil. Outras partes do histórico
médico incluem exposição anterior
à tuberculose, na forma de infecção
ou doença; tratamento anterior de TB; fatores de
risco demográficos para a TB; e condições
médicas que aumentem o risco de infecção
por tuberculoses, tais como a infecção por
HIV.
Deve-se
suspeitar de tuberculose quando uma doença respiratória
persistente - num indivíduo que de outra forma
seria saudável - não estiver respondendo
aos antibióticos regulares.
Exame
físico
Um
exame físico é feito para avaliar a saúde
geral do paciente e descobrir outros fatores que podem
afetar o plano de tratamento da TB. Não pode ser
usado como diagnosticador da TB.
Um raio-x posterior e anterior do tórax é
o tradicionalmente feito; outras vistas (lateral ou lordótico)
ou imagens de tomografia computadorizada podem ser necessárias.
Em
TB pulmonar ativa, infiltrações ou consolidações
e/ou cavidades são freqüentemente vistas na
parte superior dos pulmões com ou sem linfadenopatia
(doença nos nódulos linfáticos) mediastinal
ou hilar. No entanto, lesões podem aparecer em
qualquer lugar nos pulmões. Em pessoas com HIV
e outras imuno-supressões, qualquer anormalidade
pode indicar a TB, ou o raio-x dos pulmões pode
até mesmo parecer inteiramente normal.
Em
geral, a tuberculose anteriormente tratada aparece no
raio-x como nódulos pulmonares na área hilar
ou nos lóbulos superiores, apresentando ou não
marcas fibróticas e perda de volume. Bronquiectastia
(isto é, dilatação dos brônquios
com a presença de catarro) e marcas pleurais podem
estar presentes.
Nódulos
e cicatrizes fibróticas podem conter bacilos de
tuberculose em multiplicação lenta, com
potencial para progredirem para uma futura tuberculose
ativa. Indivíduos com estas características
em seus exames, se tiverem um teste positivo de reação
subcutânea à tuberculina, devem ser consideradas
candidatos de alta prioridade ao tratamento da infecção
latente, independente de sua idade. De modo oposto, lesões
granulares calcificadas (granulomas calcificados) apresentam
baixíssimo risco de progressão para uma
tuberculose ativa.
Anormalidades
detectadas em radiografias do tórax podem sugerir,
porém, nunca são exatamente o diagnóstico,
de uma TB. Entretanto, estas radiografias podem ser usadas
para descartar a possibilidade de tuberculose pulmonar
numa pessoa que tenha reação positiva ao
teste de tuberculina mas que não tenha os sintomas
da doença.
Análises de amostras de escarro e culturas microbiológicas
devem ser feitas para detectar o bacilo, caso o paciente
esteja produzindo secreção. Se não
estiver produzindo-a, uma amostra coletada na laringe,
uma broncoscopia ou uma aspiração por agulha
fina podem ser consideradas. O bacilo pode ser cultivado,
apesar de crescer lentamente e então, ou imediatamente
após colheita da amostra corado (com a técnica
de Ziehl-Neelsen) e observado ao microscópio óptico.
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Pessoas
com infecção de TB (classes 2 ou 4), mas que
não têm a doença (como nas classes 3
ou 5), não espalham a infecção para
outras pessoas. A infecção por TB numa pessoa
que não tem a doença não é considerada
um caso de TB e normalmente é relatada como uma infecção
latente de TB. Esta distinção é importante
porque as opções de tratamento são
diferentes para quem tem a infecção latente
e para quem tem a doença ativa.
Tratamento
de infecção latente de tuberculose
O
tratamento da infecção latente é
essencial para o controle e eliminação da
TB, pela redução do risco de a infecção
vir a tornar-se doença ativa.
Avaliação
para descartar TB ativa é necessária antes
que um tratamento para tuberculose latente seja iniciado.
Candidatos
ao tratamento de tuberculose latente são aqueles
grupos de muito alto risco, com reação positiva
à tuberculina de 5 mm ou mais, assim como aqueles
grupos de alto risco com reações cutâneas
de 10 mm ou mais. Veja em inglês na Wikipédia,classification
of tuberculin reaction.
Há
vários tipos de tratamento disponíveis,
a critério médico.
Contatos
próximos
Contatos
próximos são aqueles que dividem a mesma
habitação ou outros ambientes fechados.
Aqueles com riscos maiores são as crianças
com idade inferior a 4 anos, pessoas imuno-deprimidas
e outros que possam desenvolver a TB logo após
uma infecção. Contatos próximos que
tenham tido uma reação negativa ao teste
de tuberculina (menos de 5 mm) devem ser novamente testados
10 a 12 semanas após sua última exposição
à TB. O tratamento da tuberculose latente pode
ser descontinuado a critério médico.
Crianças
e adolescentes
Crianças
com menos de 4 anos de idade têm grande risco de
progressão de uma infecção para a
doença, e de desenvolverem formas de TB potencialmente
fatais. Estes contatos próximos normalmente devem
receber tratamento para tuberculose latente mesmo quando
não os testes de tuberculina ou o raio-x do tórax
não sugere TB.
Um
segundo teste de tuberculina normalmente é feito
de 10 a 12 semanas após a última exposição
à TB infecciosa, para que se decida se o tratamento
será descontinuado ou não.
Tratamento
de tuberculose ativa
Os
tratamentos mais recentes para a tuberculose ativa incluem
uma combinação de drogas, às vezes
num total de quatro, que são reduzidas após
certo tempo, a critério médico. E por que
várias drogas e não uma só? Porque
se for usada apenas uma, todas as bactérias sensíveis
à droga morrem, e, três meses depois, o paciente
sofrerá infecção de bactérias
que conseguiram resistir à primeira droga. Alguns
medicamentos matam a bactéria, outros agem contra
a bactéria infiltrada em células, e outros,
ainda, impedem a sua multiplicação. Ressalte-se
que o tratamento deve seguir uma continuidade com acompanhamento
médico, e não suspenso pelo paciente após
uma simples melhora. Com isto evita-se que cepas da bactéria
mais resistentes sobrevivam no organismo, e retornem posteriormente
com uma infecção mais difícil de
curar.
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A
imunização com vacina BCG dá entre
50% a 80% de resistência à doença. Em
áreas tropicais onde a incidência de mycobactérias
atípicas é elevada (a exposição
a algumas "mycobacteria" não transmissoras
de tuberculose dá alguma proteção contra
a TB), a eficácia da BCG é bem menor. No Reino
Unido, crianças entre os 10 e os 14 anos são
normalmente vacinadas durante o período escolar. |
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| O CASTELO
ANIMADO é tão maravilhoso quanto A VIAGEM DE CHIHIRO. |
Mais um grande
sucesso em animação da parceria Disney/Pixar. |
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