Bem-humorada,
chiquérrima e culta, ela nunca ficou à sombra
de John Kennedy. Muito pelo contrário: brilhou
tanto (ou até mais!) que o marido. O número
de biografias que inspirou deixa explícito o fascínio
que despertava: trinta e duas! Sem falar nas incontáveis
matérias feitas por revistas e jornais americanos.
Ela também revolucionou alguns costumes da Casa
Branca: levou a cozinha francesa e introduziu as artes
nas paredes da mansão presidencial.
Com
uma personalidade forte e esbanjando beleza, Jackie foi
mais que uma primeira-dama: foi quase uma rainha. Até
as inúmeras (e famosas) traições
de John Kennedy não tiraram o brilho de Jacqueline.
Mais tarde, no assassinato de John, Jackie mostrou mais
uma vez que era uma mulher imbatível. Foi mãe
e pai para os filhos John-John e Caroline e continuou
sendo um exemplo para os americanos.
Seis
anos depois, casou-se com o bilionário grego Aristóteles
Onassis. Com a morte do segundo marido, Jackie herdou
U$$ 20 milhões e, finalmente, a liberdade. Voltou
a trabalhar, dessa vez, numa editora e assumiu um terceiro
casamento com o banqueiro Maurice Templesman.
No
dia 20 de maio de 1994, um câncer linfático
apagou o brilho de uma das mais poderosas mulheres do
nosso século. Jackie não fez grandes ações
humanitárias, mas a sua autenticidade serviu e
continua servindo de modelo para milhões de mulheres
em todo o mundo.