Recentemente,
exames balísticos feitos com ajuda de computação
gráfica provaram ser perfeitamente possível
o assassinato de Kennedy conforme a versão oficial,
não havendo contradição alguma quanto
à trajetória da bala, ao padrão dos
ferimentos no presidente ou qualquer outra evidência
que desprove os fatos conforme noticiados à época.
Anteriormente,
Oswald foi marine dos Estados Unidos. Foi uma criança
problemática, com dificuldades no estudo (há
suspeitas de que ele tenha sido disléxico). Apesar
disso, era um leitor voraz, e auto-didata. Suas leituras
fizeram dele um comunista convicto. No momento do crime,
encontrava-se desempregado.
Lee
Harvey Oswald foi assassinado dois dias após o
crime, por Jack Ruby, gerente de casas de prostituição
com ligações com a máfia, de origem
judaica e militante do Partido Democrata. O assassinato
ocorreu em um prédio público de Dallas,
durante a transferência de Oswald para uma outra
prisão. Foi o primeiro assassinato transmitido
ao vivo na História, e causou grande comoção
nacional. Jack Ruby alegou razões passionais para
cometer o crime, e diz que pensou que seria visto como
herói nacional. De fato, jornalistas e pedestres
presentes à cena do crime aplaudiram quando ficaram
sabendo que Oswald havia sido baleado. Mas Ruby foi condenado
à pena capital. Nunca chegou a ser executado: morreu
em 1969, de câncer de pulmão, enquanto apelava
de sentença. Até hoje, não há
qualquer evidência de que Ruby tenha feito parte
de uma conspiração: ao que tudo indica,
ele agiu sozinho (exatamente como Oswald). Ruby sempre
foi visto por familiares, empregados e amigos como emocionalmente
instável, e mentalmente insano.
Lee
Harvey Oswald encontra-se enterrado no cemitério
de Fort Worth, Texas, ao lado de sua mãe (que faleceu
em 1981). Ele chegou a ser exumado de sua cova, quando
investigadores e a imprensa duvidaram que a pessoa enterrada
ali fosse de fato Oswald. Mas exames comprovaram, sem
margem de dúvida, que quem estava sepultado ali
era de fato Lee Harvey Oswald.