Schiavo
sofreu, aos 27 anos de idade, em 25 de fevereiro de 1990,
um ataque cardíaco, que resultou em falta de oxigenação
do cérebro, e, como consequência, uma severa
lesão cerebral irreversível. O ataque cardíaco,
por sua vez, é decorrente de anos de anorexia e
bulimia. O marido dela, Michael Schiavo, disse que ela
não queria ser mantida viva com o tubo de alimentação.
No
18 de março de 2005, o tubo foi removido, após
longos testes que comprovaram não somente a ausência
de consciêcia em Terri Schiavo, como ausência
total de massa encefálica. No dia 19, o Congresso
dos Estados Unidos aprovou uma lei permitindo aos pais
de Terri Schiavo abrir o caso no tribunal federal. Após
negações da Corte de Apelações
do 11º circuito em Atlanta, Geórgia, e da
Suprema Corte americana, os pais desistiram.
Terri
Schiavo morreu treze dias depois da remoção
do tubo de alimentação, em 31 de março
de 2005.