No
caso de um indivíduo do sexo masculino, como não
aparece o alelo D, bastará um simples gene recessivo
para que ele seja daltônico, o que não acontece
com o sexo feminino pois, para ser daltônica, uma
mulher precisa ter os dois genes recessivos dd.
* Quando o pai é daltônico (d) e a mãe
possui visão normal (DD), nenhum dos descendentes
será daltônico, porém as filhas serão
portadoras do gene (Dd).
* Quando a mãe é daltônica (dd) e o
pai possui visão normal (D), as filhas serão
portadoras (Dd) e os filhos serão daltônicos
(d).
* Se a mãe for portadora do gene (Dd) e o pai possuir
visão normal (D), 50% dos filhos serão daltônicos
e 50% das filhas serão portadoras do gene.
* Se a mãe é portadora (Dd) e o pai daltônico
(d) 50% dos filhos e das filhas serão daltônicos.
* Se a mãe for daltônica (dd) e o pai também
(d) 100% dos filhos e filhas também serão
daltônicos.
Diagnóstico
|
| Figura
do teste de Ishihara, método utilizado para
diagnosticar o daltonismo. O número 8 somente
é vísivel para as pessoas de visão
normal |
Existem
três métodos para se diagnosticar a presença
do daltonismo e determinar em que grau ele está afetando
a percepção das cores de uma pessoa:
* Anomaloscópio de Nagel - Consiste em um aparelho
onde o indivíduo que vai ser examinado tem seu campo
de visão dividido em duas partes. Uma delas é
iluminada por uma luz monocromática amarela, enquanto
a outra é iluminada por uma diversas luzes monocromáticas
verdes e vermelhas. O examidado deve tentar igualar os dois
campos, alterando a razão entre a intensidade das
luzes vermelha e verde, e modificando a intensidade da luz
amarela.
* Lãs de Holmgreen - Consiste na avaliação
da capacidade de separar determinados fios de lã
em diversas cores.
* Teste de cores de Ishihara - Consiste na exibição
de uma série de cartões pontilhados em várias
tonalidades diferentes. Esse é o método mais
frequentemente utilizado para se diagnosticar a presença
do daltonismo, sobretudo nas deficiências envolvendo
a percepção das cores vermelho e verde. Uma
figura (normalmente uma letra ou algarismo) é desenhada
em um cartão contendo um grande número de
pontos com tonalidades que variam ligeiramente entre si,
de modo que possa ser perfeitamente identificada por uma
pessoa com visão normal. Porém um daltônico
terá dificuldades em visualizá-la.
Como
o teste de Ishihara não pode ser utilizado por crianças
ainda não alfabetizadas, desenvolveu-se um método
secundário onde os cartões, em vez de números
e letras, contêm desenhos de figuras geométricas,
como quadrados, círculos e triângulos, que
podem facilmente ser identificados por crianças em
idade pré-escolar.
Tratamento
Atualmente
não existe nenhum tipo de tratamento conhecido para
esse distúrbio. Porém, um daltônico
pode viver de modo perfeitamente normal, desde que tenha
conhecimento das limitações de sua visão.
O portador do problema pode, por exemplo, observar a posição
das cores de um semáforo, de modo a saber qual a
cor indicada pela lâmpada.
Como
na idade escolar surgem as primeiras dificuldades com cores,
sobretudo em desenhos e mapas, os pais e professores devem
estar atentos ao problema, evitando constranger e traumatizar
a criança. Pode ser frustrante para uma criança
ter a certeza de que está vendo um algo em determinada
cor, enquanto todos os colegas e a professora afirmam que
ela está errada.
Adaptações
Para
um daltônico, navegar em websites coloridos da Internet
pode ser uma experiência não muito agradável.
Alguns textos podem estar ilegíveis, de acordo com
o esquema de cores utilizado. Devido ao grande número
de deficientes para cores e a existência de dificuldades
para navegar pela Web, há uma tendência das
empresas pensarem com mais seriedade na criação
de páginas que sejam acessíveis a todos.
Algumas
cidades já possuem semáforos adaptados para
os portadores de daltonismo, que apresentam uma faixa branca
ao lado da luz amarela, possibilitando ao daltônico
distinguir qual a cor do sinal aceso pela posição
da luz (acima ou abaixo da faixa).
Lápis
de cores podem ter o nome de cada cor gravada em seu corpo
de modo a facilitar sua identificação.
Tratamento
Atualmente
não existe nenhum tipo de tratamento conhecido para
esse distúrbio. Porém, um daltônico
pode viver de modo perfeitamente normal, desde que tenha
conhecimento das limitações de sua visão.
O portador do problema pode, por exemplo, observar a posição
das cores de um semáforo, de modo a saber qual a
cor indicada pela lâmpada.
Como
na idade escolar surgem as primeiras dificuldades com cores,
sobretudo em desenhos e mapas, os pais e professores devem
estar atentos ao problema, evitando constranger e traumatizar
a criança. Pode ser frustrante para uma criança
ter a certeza de que está vendo um algo em determinada
cor, enquanto todos os colegas e a professora afirmam que
ela está errada.
Adaptações
Para
um daltônico, navegar em websites coloridos da Internet
pode ser uma experiência não muito agradável.
Alguns textos podem estar ilegíveis, de acordo com
o esquema de cores utilizado. Devido ao grande número
de deficientes para cores e a existência de dificuldades
para navegar pela Web, há uma tendência das
empresas pensarem com mais seriedade na criação
de páginas que sejam acessíveis a todos.
Algumas
cidades já possuem semáforos adaptados para
os portadores de daltonismo, que apresentam uma faixa branca
ao lado da luz amarela, possibilitando ao daltônico
distinguir qual a cor do sinal aceso pela posição
da luz (acima ou abaixo da faixa).
Lápis
de cores podem ter o nome de cada cor gravada em seu corpo
de modo a facilitar sua identificação. |