Foi
conselheiro de Polícrates, tirano de Samos. Com
a morte deste em 522 a.C., partiu Anacreonte
para Atenas, onde foi recebido por Hiparco (filho de Pisístrato,
não confundir com o astrônomo, construtor,
cartógrafo e matemático de mesmo nome).
Tendo este sido assassinado em 514 a.C., o poeta retornou
para sua terra natal, onde viria a morrer.
A
poesia de Anacreonte chegou até nós sob
a forma de fragmentos. Cantava as musas, Dionísio
e o amor. Foi muito apreciado pelos gregos e um dos poetas
mais imitados.