Ésquines
pertencia a uma família de poucas posses. Isso,
no entanto, não o impediu de casar-se com uma mulher
oriunda de uma família muito mais rica. O interesse
pela política sempre o acompanhou mas foi somente
em 348 a.C. que se lançou como orador. Pronunciou,
então, um discurso contra Filipe da Macedônia.
Devido
a tensão política, Ésquines foi enviado
em embaixada para Megalópolis com o intuito de
preparar uma liga liga pan-helênica contra a Macedônia.
O projeto não deu resultado e Ésquines percebeu
que Atenas ficaria isolada. Em vista disso, Ésquines
procurou uma política de concessões.
Em
346 a.C. foi encarregado de negociar a paz com os macedônios.
No ano seguinte, contudo, Ésquines foi acusado
por Demóstenes de se deixar corromper por Filipe,
mas conseguiu a absolvição especialmente
por seus discursos Contra Timarco e Sobre a Embaixada.
Por
volta de 337 a.C., atacou em discursos Ctesifon, que propora
dar a Demóstenes uma coroa de ouro.
No
fim da vida, retirou-se pa Éfeso e depois para
Rodes, onde foi professor de retórica. Ésquines
foi um dos maiores oradores gregos de que se tem notícia.