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O
Descobrimento do Brasil - Confirmando o sucesso
da odisseia de Vasco da Gama o rei (D. Manuel I) depressa
se aprontou em mandar emparelhar nova frota para a Índia,
desta feita bastante maior que aquela usada por Gama; esta
era composta por treze navios e mais de mil homens. Pela
primeira vez liderava uma frota um fidalgo, Pedro Álvares
Cabral, filho de Fernão Cabral, alcaide-mor de Belmonte. |
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Sabe-se
que a armada levava mantimentos para dezoite meses. Pouco
antes da partida, mandou el-Rei fazer uma missa, no Mosteiro
de Belém, presidida pelo bispo de Ceuta, D. Diogo
de Ortiz, onde benzeu uma bandeira com as armas do Reino
e a entregou em mão a D. Pedro Álvares Cabral,
despedindo-se pessoalmente o rei do fidalgo e dos restantes
capitães.
Vasco da
Gama teria tecido considerações e recomendações
para a longa viagem que se chegava: a coordenação
entre os navios era crucial para não se perderem
uns dos outros, pelo que recomendou ao capitão-mor
disparar os canhões duas vezes e esperar pela mesma
resposta de todos os outros navios antes de mudar o curso
ou velocidade (método de contagem ainda hoje utilizado
em campo de batalha terrestre), entre outros códigos
de comunicação semelhantes. |
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Zarpava
do Restelo a grande frota a 9 de Março de 1500. Pelo
dia 14 já se encontravam nas Canárias e no
dia 22 chegavam a Cabo Verde. No dia seguinte desaparecia
misteriosamente o navio de Vasco de Ataíde. No dia
22 de Abril avistava-se «terra chã, com grandes
arvoredos: ao monte». Ao grande monte Pedro Álvares
Cabral baptizou de Monte Pascoal e à terra deu o
nome de Terra de Vera Cruz — hoje denominado Porto
Seguro, no estado da Bahia. |
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No dia
24 de Maio Pedro Cabral recebe os nativos no seu navio.
Aí, acompanhado de Sancho de Tomar, Simão
de Miranda, Nicolau Coelho, Aires Correia e Pêro Vaz
de Caminha, recebia o grupo de índios que reconheceram
de imediata o ouro e prata que se fazia surgir no navio
— nomeadamente um fio de ouro de D. Pedro e um castiçal
de prata — indicando aos portugueses que ali havia
destes metais.
O choque
cultural foi evidente. Não reconheciam os animais
que traziam os navegadores, à excepção
de um papagaio que o capitão trazia consio; ofereceram-lhes
comida e vinho que os índios rejeitaram. O fascínio
tocava-lhes pelos objectos não reconhecidos - como
umas contas de rosário, e a surpresa dos portugueses
pelos objectos reconhecidos - os metais preciosos. |
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| O CASTELO
ANIMADO é tão maravilhoso quanto A VIAGEM DE CHIHIRO. |
Mais um grande
sucesso em animação da parceria Disney/Pixar. |
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