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HISTÓRIA DAS FIJI
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Os primeiros habitantes das Fiji chegaram do Sudeste Asiático muito tempo antes de as ilhas serem descobertas por exploradores europeus no século XVII. Foi só no século XIX que os europeus chegaram às ilhas a fim de aí se estabelecerem permanentemente. As ilhas ficaram sob controlo do Reino Unido em 1874, com o estatuto de colónia. Em 1970 foi dada independência ao país. O governo democrático foi interrompido por dois golpes militares em 1987, provocados por uma percepção por parte das restantes comunidades de que o governo era dominado pela comunidade indo-fijiana (indiana).

Uma constituição proclamada em 1990 garantiu o controlo do país pela população fijiana, mas deu origem a grande emigração de indianos. A perda de população levou a dificuldades económicas, mas garantiu que os melanésios se tornassem maioritários no país. Uma revisão realizada em 1997 tornou a constituição das Fiji mais equitativa. Realizaram-se eleições livres e pacíficas em 1999, que resultaram num governo liderado por um indo-fijiano. Um ano mais tarde, o governo foi deposto por um golpe de estado liderado por George Speight, um nacionalista fijiano de linha dura. A democracia foi restaurada em finais de 2000 e Laisenia Qarase, que liderara um governo interino desde o golpe, foi eleito primeiro-ministro.

Para um país do seu tamanho, Fiji tem forças armadas excepcionalmente eficientes, e tem sido um contribuinte importante em missões de manutenção de paz das Nações Unidas em vários pontos do globo.

COLONIZAÇÃO
No dia 5 de Julho de 1884 a totalidade do território camaronês e alguns territórios vizinhos tornaram-se a colónia alemã de Kamerun, com a capital situada primeiramente em Buea e depois em Yaoundé. Após o final da Primeira Guerra Mundial, o Reino Unido e a França dividiram esta colónia, cabendo à França a maior área, sendo as zonas mais distantes transferidas para o domínio de outras colónias francesas, e governando o restante a partir de Yaoundé.

Em 1955, a União do Povo Camaronês (tradução literal do inglês, Union of Cameroonian Peoples), UPC, um grupo rebelde onde os grupos étnicos dominantes eram os Bamileke e os Bassa, iniciaram a luta armada pela independência dos Camarões franceses. Esta revolta continuou, com cada vez menor intensidade, mesmo após a independência. As estimativas do número de mortos deste conflito variam entre as dezenas e as centenas de milhares de pessoas.

Pós-independência


Os Camarões franceses alcançaram a independência em 1960 sob a denominação de República dos Camarões. No ano seguinte, a maioria muçulmana do norte, que dominava dois terços dos Camarões britânicos, votou pela adesão à Nigéria, enquanto que no sul a maioria cristã, votou de forma que o outro terço dos Camarões britânicos aderisse à República dos Camarões, formando a República Federal dos Camarões.

Ahmadou Ahidjo, um Fula educado em França, foi escolhido para presidente da federação em 1961. Ahidjo, suportado pelas forças de segurança internas, ilegalizou todos os partidos políticos, à excepção do seu, em 1966. Conseguiu suprimir a rebelião da UPC, sendo a captura do último líder rebelde importante ocorrido em 1970. Em 1972, uma nova constituição substituiu a federação por um estado unitário.

Ahidjo abdicou do cargo de presidente em 1982 e foi sucedido, como indicava a constituição, pelo seu primeiro ministro, Paul Biya, um oficial de carreira do grupo étnico Bei-Pahuin. Ahidjo acabou por se arrepender da sua escolha, mas os seus apoiantes não conseguiram derrubar Biya numa tentativa de golpe levada a cabo a 6 de Abril de 1984. Biya venceu as eleições, onde era o único candidato, em 1983 e 1984 e as eleições multipartidárias, mas fraudulentas, de 1992 e 1997. O seu partido tem uma maioria considerável.

O CASTELO ANIMADO é tão maravilhoso quanto A VIAGEM DE CHIHIRO. Mais um grande sucesso em animação da parceria Disney/Pixar.
 
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