O
Reino Unido estabeleceu um protectorado nas Ilhas
Salomão na década de 1890. Alguns
dos mais violentos combates na II Guerra Mundial ocorreram
nestas ilhas. O auto-governo foi alcançado em 1976
e a independência foi concedida a 7 de Julho de
1978. Os problemas actuais são a corrupção,
as relações ligadas à terra, o défice
governamental, a desflorestação e o controlo
da malária.
A
longa turbulência civil levou a uma quebra quase
total da actividade normal: os funcionários públicos
permaneceram com salários em atraso durante meses,
e as reuniões do governo tiveram de ser realizadas
em segredo para impedir a interferência de senhores
da guerra locais. As forças de segurança
foram incapazes de reassumir o controlo, em grande medida
porque muitos dos membros da polícia e de outras
forças de segurança estão associados
a um ou outro dos grupos rivais.
Em
Julho de 2003 o Governador Geral das Ilhas Salomão
lançou um pedido oficial de ajuda à comunidade
internacional, que foi depois apoiado pelo governo. Um
contingente de segurança internacional de 2 200
polícias e militares, liderado pela Austrália
e pela Nova Zelândia, e integrando representantes
de outras 20 nações do Pacífico,
começou a chegar no mês seguinte ao abrigo
da Operação Helpem Fren. A contribuição
australiana é conhecida como Operação
Ânodo.