Os
primeiros habitantes de Palau, provavelmente
da Indonésia, estabeleceram-se nestas ilhas há
pelo menos 3000 anos. O explorador espanhol Ruy López
de Villalobos “descobriu” as ilhas em 1543,
mas os europeus não se preocuparam com elas até
ao século XIX, quandoa Espanha pediu a arbitragem
do Papa Leão XIII contra a Alemanha, que tinha
ocupado Yap, também nas ilhas Carolinas. Em 1899,
depois da Guerra Hispano-Americana, a Espanha vendeu as
ilhas à Alemanha.
O
Japão ocupou as ilhas em 1914 e administrou-as
por mandato da Liga das Nações a partir
de 1920, mas depois da sua derrota na Segunda Guerra Mundial,
as ilhas passaram a ser administradas pelos Estados Unidos
da América, como parte do Protectorado das Ilhas
do Pacífico das Nações Unidas. Em
1979, os palauanos votaram não se juntar aos Estados
Federados da Micronésia e preferiram a independência.
Depois
de um longo período de transição,
que incluiu a morte viokenta de dois dos seus presidentes
(o assassinato de Haruo Remeliik, em 1985 e o suicídio
de Lazarus Salii, em 1988), Palau votou em 1994 a favor
de um Tratado de Livre Associação com os
EUA. No entanto, esta “Livre Associação"
tinha sido rejeitada pelos palauanos mais de 10 vezes,
uma vez que os termos do tratado permitem aos EUA controlar
51% das ilhas em caso de “emergencia nacional”.