Sua
história remonta de agosto de 1498, quando Cristóvão
Colombo, ancorou sua naus na península
de Paria, que o almirante tomou por uma ilha, denominando-a
de "terra de Gracia".
Em
seguida descobriu a ilha Margarita. Em 1499 Alonso de
Ojeda navegou ao longo do mar do Caribe até o lago
Maracaibo.
Inicialmente,
os espanhóis não quiseram apoderar-se da
terra firme, pois a pesca da pérola em algumas
ilhas próximas à costa nordeste era mais
lucrativa. O interesse decaiu com o esgotamento das ostreiras
perlíferas, e o impulso colonizador se deslocou
então para oeste, em direção a Caracas
e Coro.
O
primeiro estabelecimento permanente espanhol foi Cumaná,
fundada em 1523. Durante vários anos, até
1546, se sucederam infrutíferas expedições
espanholas pelo interior em busca de pedras preciosas.
No
local habitado pelos índios Cumaná, fundou-se
as Missões de Cumaná, que era uma série
de igrejas católicas, cuja a função
era catequizar o povo Cumaná, habitantes da região.
Já
na segunda metade do século XVI, tiveram início
as a(c)tividades agrícolas, baseadas no trabalho
escravo.
Caracas
foi fundada em 1567 e no fim do século havia mais
de vinte núcleos de colonização nos
Andes venezuelanos e no litoral do mar do Caribe.
As
planícies e a região do lago Maracaibo foram
sendo ocupadas gradualmente nos séculos XVII e
XVIII por missões católicas.
Atualmente
as missões não passam de ruinas arqueológicas,
ainda em estudo e mapeamento.