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>>> História >>> Pré-História >>> Extinção
dos Dinossauros |
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A
Extinção K-T ou Evento
K-T foi uma extinção em massa ocorrida
há mais ou menos 65,5 milhões de anos, que
marca o fim do período Cretáceo (K) e o início
do período Terciário (T). Este evento teve
um enorme impacto na biodiversidade da Terra de então
e vitimou os dinossauros e outros répteis gigantes.
O registo estratigráfico mostra que o desaparecimento
abrupto das formas extintas coincide com um nível
rico em irídio (o nível K-T), um elemento
químico pouco abundante na Terra e geralmente associado
a corpos extra-terrestres ou a fenômenos vulcânicos.
Há várias teorias para explicar a extinção
K-T, mas a mais aceita até então é
a que justifica a catástrofe como resultado da queda
de um asteróide. |
IMPACTO
NA BIODIVERSIDADE |
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A
extinção K-T, apesar de não ser a maior
extinção em massa do registo geológico,
é a mais conhecida devido ao desaparecimento dos
dinossauros. Este evento vitimou cerca de 26% das famílias
existentes, tanto de organismos terrestres como marinhos
que desapareceram ao mesmo tempo. Os grupos mais afectados
foram os répteis e os moluscos. Segue-se uma lista
dos grupos que se extinguiram no final do Cretáceo:
• Dinossauros: foram as vítimas
mais conhecidas desta extinção; todo o grupo
desapareceu da Terra.
• Plesiossauros:
répteis pré-históricos marinhos;
grupo eliminado;
• Pterossauros:
répteis pré-históricos voadores;
grupo eliminado;
• Mosassauros:
répteis escamados marinhos; grupo eliminado;
• Aves:
extintas as ordens Enantiornithes e Hesperornithiformes;
o grupo sobrevive até os dias de hoje como os únicos
descendentes diretos dos dinossauros. Entretanto a longa
escala de evolução que ocorreu nos últimos
milhões de anos apagou a maior parte das semelhanças
que deveriam existir entre as aves atuais e os dinossauros;
• Rudistas:
molusco bivalves construtores de recifes; grupo eliminado;
• Amonites:
cefalópodes de concha espiralada; grupo desaparecido;
• Belemnites:
cefalópodes com rostrum em forma de bala; grupo
desaparecido.
Para
além destes grupos, desapareceram também
muitas famílias de foraminíferos, equinodermes,
corais e esponjas. Mas a extinção de animais
e vegetais não foi o único impacto deste
evento na biodiversidade. Os desaparecimentos possibilitaram
a radiação adaptativa dos grupos que sobreviveram
nos nichos ecológicos que ficaram vagos. O melhor
exemplo deste fenómeno foi a explosão de
diversidade dos mamíferos, que até então
eram animais de pequeno porte, solitários e noturnos.
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Existem
muitas teorias que tentam explicar a extinção
ocorrida há mais ou menos 65 milhões de anos,
mas nenhuma foi, até hoje, totalmente comprovada. |
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O
físico estado-unidense Luis Walter Alvarez foi o
primeiro a propor a idéia de que os dinossauros teriam
morrido devido a um grande impacto. Essa idéia evoluiu
e atualmente a hipótese de que um asteróide
tenha caído na Terra desponta como a melhor teoria
para explicar o fim dos dinossauros. O primeiro indicativo
de que essa teoria seria verdadeira surgiu em 1978 com a
descoberta de uma fina camada de irídio nas rochas
que se formaram no fim do período Cretáceo.
O irídio é um elemento raro encontrado com
freqüência em asteróides e cometas. O
segundo indicativo a favor dessa teoria veio com a descoberta
de uma enorme cratera soterrada em Chicxulub, México,
medindo cerca de 180 quilômetros de diâmetro.
Ao que tudo indica, o asteróide que caiu no México
tinha mais de 10 quilômetros de diâmetro e o
impacto dele com a Terra liberou energia equivalente ao
de 5 bilhões de bombas atômicas como a usada
sobre Hiroshima em 1945. Um impacto dessas dimensões
teria erguido poeira e terra suficientes para tapar a luz
do Sol durante anos, matando assim a maior parte das espécies
vegetais. De uma forma simplificada, sem os vegetais os
dinossauros herbívoros acabaram morrendo de fome
e sem estes para se alimentar, os carnívoros morreram
também. Essa reação em cadeia teria
causado a extinção total dos dinossauros.
Embora
bastante consistente, a teoria da queda de um asteróide
na Terra há 65 milhões de anos pode não
estar correta. Pesquisas recentes demonstraram que o asteróide
que supostamente teria matado os dinossauros caiu 300 mil
anos antes do grande extermínio.
Também
existe a possibilidade de que milhares de anos depois da
queda do asteróide na América do Norte outro
asteróide teria chocado com o planeta, mas dessa
vez o impacto teria sido no oceano e, por isso, os seus
vestígios ainda não foram encontrados. Dependendo
do tamanho desse suposto segundo asteróide, o impacto
no oceano teria causado imensas tsunamis que teriam varrido
a costa de vários continentes e concluído
com o extermínio dos dinossauros. Em 1987 foi encontrada
uma cratera submarina conhecida como cratera da Nova Escócia,
e que apesar de ser improvável que tenha sido a responsável
pela morte dos dinossauros, dá aos cientistas uma
boa idéia do que teria realmente acontecido há
65,5 milhões de anos. |
QUEDA
DE COMETA (NÃO DE ASTERÓIDE) |
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Se
o que matou os dinossauros foi uma rocha vinda do espaço
isso não significa que tenha sido um asteróide
pesado e massivo. Na verdade, pode ter sido uma chuva de
cometas. Essa possibilidade é decorrente da ausência
de uma cratera proveniente de um impacto no exato momento
em que os dinossauros teriam sido extintos. De fato, as
crateras já encontradas são datadas de muitos
milhares de anos antes da extinção dos dinossauros,
o que leva a crer que o que matou os dinossauros não
formou uma cratera. Se foi um cometa e não um asteróide,
existe uma grande possibilidade de este ter explodido violentamente
na atmosfera antes de tocar no chão. Essa explosão
é suficiente para causar um grande estrago, dependendo
diretamente do tamanho e da composição do
cometa. No entanto, esse tipo de fenômeno é
muito raro. A última vez que isso teria acontecido
foi em 1908, quando 18 quilômetros de floresta foram
destruídas na Sibéria, no que ficou conhecido
como Evento de Tunguska.
Se
um cometa sozinho é capaz de destruir uma floresta
inteira, é provável que uma imensa chuva desses
cometas tenha sido capaz de varrer o mundo inteiro, causando
uma devastação equivalente àquela que
matou os dinossauros. A presença de irídio
nas rochas do fim do Cretáceo é facilmente
explicada por essa teoria. Levanta-se, então, a questão
da causa de tal chuva de cometas e de onde vieram esses
objetos, já que grandes cometas são relativamente
raros e solitários no Sistema Solar. Em todo o espaço
ao redor do Sol, uma tal concentração de cometas
ocorre apenas na Nuvem de Oort - uma região muito
afastada do Sistema Solar e com pouca interação
com a gravidade da nossa estrela ou dos demais planetas
conhecidos. Nenhum fenômeno conhecido atualmente poderia
ter arremessado tantos milhões de cometas da Nuvem
de Oort contra a Terra. Esse fato, entretanto, pode ser
explicado por três teorias menores:
• O
Sol pode ter uma escura e pequena estrela companheira que
ainda não detectámos, chamada Nêmesis,
e que o circunda num período de muitos milhões
de anos. Em algum momento, ao longo de sua órbita,
a estrela passaria pela Nuvem de Oort enviando bilhões
de cometas para o Sistema Solar, muitos milhões dos
quais acabariam atingindo a Terra. No entanto, é
muito improvável que o Sol tenha uma estrela companheira
ainda não detectada, por mais escura e pequena que
seja. Existindo, algum vestígio dela já deveria
ter sido encontrado.
• Outra
possibilidade semelhante é a existência de
um grande planeta muito distante e ainda não detectado,
denominado Planeta X, cuja órbita variante poderia
passar por baixo ou por cima da Nuvem de Oort a cada muitos
milhares de anos. Em algum momento das suas variações
na órbita, ele poderia atravessar a Nuvem de Oort,
enviando bilhões de cometas para o Sistema Solar,
muitos (talvez milhões) dos quais poderiam atingir
a Terra. A existência desse planeta, entretanto, ainda
não foi comprovada.
• A
hipótese mais provável é a de que cometas
apareçam em imensa quantidade no Sistema Solar quando
o Sol, em seu percurso ondulante ao redor do centro galáctico,
atravessa o mediano da Via Láctea, a região
que marca a linha reta em relação ao centro.
Isso ocorre a cada 33 milhões de anos e pode trazer
problemas. Segundo os cientistas, o mediano é cheio
de estrelas, asteróides, cometas e poeira interestelar.
O
maior problema desta teoria é que não existem
provas concretas destes acontecimentos, e muito menos se
sabe se eles seriam suficientes para exterminar tantas espécies
diferentes. |
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Uma
outra teoria consistente é a de que grandes erupções
vulcânicas tenham ocorrido há 65 milhões
de anos e tenham durado por milhares de anos. Nesse tempo,
mares de lava basáltica teriam sido expelidos através
da crosta terrestre na faixa de terra que forma hoje o planalto
de Deccan, no centro da Índia. As erupções
teriam liberado gases e poeira suficientes para envenenar
toda a atmosfera, impedindo que a luz do Sol alcançasse
a superfície do planeta. Essa catástrofe natural
teria causado um estrago semelhante ao de um asteróide,
sendo que a extinção das espécies ocorreria
na mesma ordem da cadeia alimentar: primeiro, morrem os
vegetais, que sem a luz do Sol não conseguem realizar
fotossíntese; depois, os dinossauros herbívoros
que se alimentavam dos vegetais e, em seqüência,
os dinossauros carnívoros que se alimentavam dos
dinossauros herbívoros.
Essa
teoria também é fruto da descoberta de irídio
em rochas do fim do período Cretáceo já
que no interior da Terra o irídio está presente
em pequenas quantidades e normalmente não sobe à
superfície a menos que haja erupções
vulcânicas. |
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Outra
teoria divergente propõe que violentas mudanças
no clima, durante as quais houve uma queda acentuada na
temperatura global, teriam causado a inundação
de longas áreas de terra e a morte súbita
de espécies vegetais sensíveis a essas mudanças
climáticas. Com estas inundações, centenas
de espécies tiveram que migrar para novas áreas
que, provavelmente, não comportavam condições
para a sua sobrevivência. Muitos dinossauros nem sequer
puderam migrar, pois, os campos onde viviam foram alagados
por completo, por todos os lados. A maior parte da vida
vegetal foi gravemente afetada, levando os dinossauros que
conseguiram escapar das áreas inundadas a morrer
por falta de comida.
Essa
teoria generaliza demais os aspectos da extinção
K-T e por isso não tem sido muito aceita. Não
se pode comprovar que tantas espécies vegetais morreriam
devido a uma mudança no clima e, mesmo que a maioria
morresse, acredita-se que algumas espécies pudessem
sobreviver e continuar servindo de alimento para alguns
dinossauros herbívoros que não teriam morrido
com as alterações no clima, já que
muitos viviam em regiões altas que não foram
alagadas. Outro fato importante é que muitos dinossauros
eram grandes o suficiente para se proteger do frio e até
mesmo do calor, se fosse o caso. |
DUAS
CATÁSTROFES DISTINTAS |
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A
descoberta de que a extinção dos dinossauros
teria ocorrido milhares de anos após a queda do asteróide
obrigou, contudo, a reconsiderar todas as teorias alternativas
anteriormente propostas.
Surge
então uma nova hipótese, actualmente muito
mais aceita do que as demais, segundo a qual o asteróide
não teria, só por si, levado ao desaparecimento
dos dinossauros , mas teria agido em conjugação
com outro fenómeno distinto, cuja acção
se manifestou apenas milhares de anos mais tarde. De facto,
é muito provável que após a queda do
asteróide, alterações climáticas
significativas que se teriam verificado tenham concorrido
para o desaparecimento das restantes espécies animais
e vegetais. Esta "nova" hipótese explicativa
corresponde de facto à "união" de
outras duas teorias pré-existentes. |
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Dentre
as teorias que não acusam fenômenos naturais
como uma causa para o fim dos dinossauros a mais provável
é a de que pequenos mamíferos onívoros
(omnívoros) teriam surgido no fim do período
Cretáceo e se proliferado rapidamente, como uma praga
de gafanhotos. Tais mamíferos se alimentariam de
ovos de dinossauro, vegetais, frutas e pequenos lagartos.
À medida que esses pequenos animais iam se proliferando
e comendo mais ovos e mais vegetais, o crescimento de sua
população acelerava, começando uma
devastação sem precedentes. Se isso de fato
ocorreu, a multiplicação dessa espécie
teria que ter sido suficientemente rápida para suprir
qualquer forma de defesa evolutiva dos dinossauros ou dos
vegetais do fim do Cretáceo. Esses pequenos mamíferos
teriam consumido florestas e espécies inteiras de
vegetais tirando dos dinossauros herbívoros boa parte
do seu alimento. Como eram onívoros, ao comerem pequenos
animais e ovos de dinossauro, teriam terminado por exterminar
boa parte das formas de vida daquela época.
Essa
teoria não foi muito assimilada porque alguns continentes
estavam separados por oceanos. Não havia, contudo,
meio de atravessarem o mar para se proliferar por todas
as regiões do globo, a menos que voassem, mas nesse
caso teriam de ser aves e não mamíferos. Outro
detalhe importante é que não foram encontrados
esqueletos fósseis destes animais. Mesmo que fossem
muito pequenos para que seus ossos resistissem até
hoje, já teriam sido encontrados vestígios
alternativos de uma superpopulação de mamíferos
no fim do Cretáceo. Uma vez que não se encontram
fósseis, não se pode provar que tenham existido.
É reconhecido que as espécies mamíferas
daquele tempo que já se conhecem não teriam
capacidade para exterminar os dinossauros.
Outra
teoria menos provável que as anteriores propõe
que uma estrela próxima teria explodido e liberado
feixes mortais de raios-X que teriam atingido a Terra. Só
que essa teoria tem um problema: se feixes de raio-X atingissem
o planeta nessa proporção não teríamos
"apenas" 2/3 da vida na Terra extinta mas muito
mais, quem sabe 3/4 ou 4/5. Além disso, em décadas
de pesquisas espaciais não foram encontrados vestígios
de nenhuma estrela próxima que tenha explodido há
mais ou menos 65 milhões de anos e, mesmo que se
encontre, isso não significa que tenha "bombardeado"
a Terra com feixes mortais de raios-X. |
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Outras
cinco teorias muito estudadas há décadas atrás
são atualmente consideradas obsoletas:
• Uma
das teorias menos prováveis é a que propõe
que houve um enorme desequilíbrio entre espécies
carnívoras e herbívoras, de modo que a ação
predatória dos carnívoros tenha exterminado
os herbívoros lentamente. No fim, os carnívoros
acabaram morrendo de fome pois não havia mais herbívoros
que lhes servissem de alimento. É muito difícil
acreditar que os carnívoros tenham comido todos os
herbívoros a uma escala global, além de que
não há indícios desse desequilíbrio
entre populações.
• A
teoria menos provável entre as cinco aqui apresentadas
é a de que ocorreu uma superpopulação
de dinossauros que, pela sua multiplicação,
tornariam os recursos cada vez mais escassos. Teria chegado
um momento em que a população era tão
grande que a competição e os níveis
de pressão dos bandos não permitiam que os
dinossauros se reproduzissem ou cuidassem de seus filhotes.
Não há prova alguma de que houve uma superpopulação
de dinossauros no fim do período Cretáceo.
Mesmo se assim fosse, a teoria não é considerada
consistente.
• Uma
outra teoria sugere que a evolução dos dinossauros
acabou "produzindo" criaturas desajeitadas demais
e muito vulneráveis aos perigos do meio. Essa teoria
tem como base o surgimento de dinossauros com cabeças
enormes e golas no pescoço no fim do período
Cretáceo. Entretanto, os cientistas provaram que
essas características tinham a sua utilidade, não
tornando o dinossauro mais vulnerável aos perigos.
O tiranossauro rex, por exemplo, possuía uma cabeça
enorme, o que talvez lhe dificultasse a locomoção,
mas isso permitia que engolisse grandes quantidades de carne
de uma só vez e matasse suas vítimas com uma
só mordida.
• Há
ainda uma hipótese de que, por um processo de evolução,
os vegetais tenham se tornado venenosos ou tenham perdido
as substâncias necessárias para a alimentação
dos dinossauros herbívoros que acabariam morrendo
de fome ou morrendo envenenados. Essa teoria foi derrubada
pelos estudos mais recentes sobre a co-evolução
das plantas e dos dinossauros herbívoros. Está
comprovado realmente que as plantas não ficaram venenosas
nem perderam quaisquer substâncias nutritivas.
• A
última das teorias consideradas obsoletas poderia
até ser considerada verdadeira se os continentes
não estivessem separados por oceanos. Propõe-se
que uma epidemia mundial tenha extinguido todas as espécies
de dinossauros. É, no entanto, pouco provável
que uma só doença matasse tantas espécies
diferentes. De fato, se houve uma epidemia que matou todos
os tricerátopos não significa que ela tenha
atingido também os paquicefalossauros ou outros.
De qualquer forma, essa teoria não explicaria o desaparecimento
conjunto de espécies vegetais e outros animais. Além
disso, para se espalhar por todo o mundo, o vírus
ou a bactéria causador da doença precisaria
atravessar o oceano para poder infectar mais animais, o
que seria extremamente difícil de acontecer. |
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A
extinção dos dinosssauros tem uma vaga relação
com a ufologia. Alguns ufólogos e cientistas dizem
que o extermínio dos dinossauros teria sido causado
por uma civilização extraterrestre hostil
interessada nos abundantes recursos do nosso planeta. Essa
teoria poderia até explicar a presença de
irídio nas rochas formadas no fim do Cretáceo,
já que esse elemento é mais freqüentemente
encontrado no espaço exterior. No entanto, ainda
não se provou a existência de extraterrestres,
pelo que a ciência não se pode pronunciar sobre
tal hipótese. |
FICÇÃO
CIENTÍFICA E CINEMA |
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O
cinema e a ficção científica desde
sempre que se interessaram por temas de difícil explicação.
No caso da extinção ocorrida no fim do Cretáceo,
podemos referir filmes como Armageddon e Impacto Profundo
que apresentam como certa a teoria da queda de um asteróide
- a mais provável de todas, como visto anteriormente.
Há
ainda alguns filmes de fantasia que fazem referência
ao fim dos dinossauros. Um bom exemplo disso é o
filme Reino de Fogo que conta a história de uma espécie
de dragão pré-histórico que teria se
multiplicado aos milhões no fim do Cretáceo,
queimando florestas e continentes inteiros em busca de alimento.
Quando, finalmente, as espécies animais e vegetais
se extinguiram, os dragões ficaram sem alimento disponível,
passando a comerem-se uns aos outros até que uns
poucos, restantes, adormeceram em cavernas subterrâneas
em que permaneceram até hoje. O filme propõe
também que as cinzas provenientes dessa devastação
tivessem causado a era glacial e que muitos povos antigos
transformaram os dragões em mitos e lendas por não
saber explicar a face real de sua existência. O filme
não propõe, de fato, uma teoria (nem essa
é a função de um filme de ficção),
até porque a existência de dragões na
pré-história continua sendo ficção,
mas a possibilidade de uma espécie ainda desconhecida
ter exterminado boa parte da vida na Terra há 65
milhões de anos atrás é uma teoria
relativamente consistente. |
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| O CASTELO
ANIMADO é tão maravilhoso quanto A VIAGEM DE CHIHIRO. |
Mais um grande
sucesso em animação da parceria Disney/Pixar. |
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