Por
Corveta começaram a ser designados
no século XVIII os navios
de guerra semelhantes às fragatas, mas de menor
dimensão. Tal como as fragatas, as corvetas tinham
três mastros de velame, mas, ao contrário
daquelas, não dispunham de uma bateria inteira
coberta de canhões.
Em
meados do século XIX apareceram as corvetas a vapor
e, mais tarde, as corvetas couraçadas. No final
do séc. XIX estes navios tornaram-se completamente
obsoletos, sendo substituídos, tal como as fragatas,
pelos cruzadores.
Na
Segunda Guerra Mundial a Marinha Britânica (Royal
Navy), perante as enormes perdas na sua Marinha Mercante
causadas pelos ataques dos submarinos alemães,
criou um tipo de navio para escolta anti-submarina a que
chamou corveta. As corvetas britânicas da 2ª
Guerra Mundial, eram navios pequenos e baratos, normalmente
adaptados a partir de baleeiras e tripulados por reservistas.
Mais tarde foram criados navios deste tipo mais aperfeiçoados
e de maiores dimensões que foram designados por
fragatas.
A
seguir à 2ª
Guerra Mundial, o termo corveta
passou a ser utilizado por algumas Marinhas para designar
os seus navios de escolta oceânica de menores dimensões.