A
apatita (apatite, em Portugal) é
um mineral do grupo dos fosfatos, com as seguintes variantes:
hidroxiapatita, fluorapatita, e clorapatita , assim nomeados
por causa de altas concentrações de íons
Hidróxido(OH-), Fluoreto(F-), e Cloreto(Cl-), respectivamente,
em sua estrutura cristalina. Sua fórmula geral (que
apenas explicita a sua composição essencial)
é Ca5(PO4)3(OH, F, Cl). Fosforita é o nome
dado à apatita impura.
A
apatita é um dos poucos minerais a serem produzidos
e utilizados por sistemas biológicos. A hidroxiapatita
(ver cálcio: papel biológico) é o principal
componente do esmalte dentário, e tem considerável
participação no material ósseo. A fluorapatita
é ligeiramente mais resistente que a hidroxiapatita.
Por isso o uso de água fluorada (ver flúor:papel
biológico) , que permite a substituição
dos íons hidróxido por fluoreto nos dentes,
tornado-os um pouco mais fortes, embora possa manchá-los
frequentemente e se concentrar em outros órgãos,
como o tecido ósseo, causando doenças (ver
fluorose).Alguns autores acreditam que é mais segura
a formação da fluorapatita na superfície
do dente, através do uso tópico do creme dental(Connet,2002).
Fissuras
em pedras de apatita são comumente usadas para estimar
a história termal de sedimentos em bacias sedimentares.
O
seu cristal é o 5.º termo da escala de Mohs,
com uma dureza semelhante à do vidro. Está
presente em rochas ígneas, como granitos, sienitos,
sienitos nifelínicos, dioritos, pegmatitos (de onde
provêm os cristais de maior tamanho), em lava, etc.
Aparece também em rochas metamórficas como
o gnaise, micaxisto, calcário cristalino, etc. Aparece
também como resíduo em alguns filões
metalíferos de alta temperatura (cassiterita, volframite,
etc.). |
Os
minerais de apatita são considerados sob uma perspectiva
transcendental por algumas correntes místicas e religiosas,
pelo factos de os seus cristais estarem presentes na glândula
pineal, que seria capaz de captar campos eletromagnéticos
não apenas na dimensão onde vivemos (a terceira),
mas também noutras dimensões do Universo,
acessando campos espirituais e sutis invisíveis aos
olhos comuns.
Esse
pequeno radar estaria relacionado a fenômenos como
a clarividência (vidência de acontecimentos
ainda não ocorridos), a telepatia (comunicação
por meio do pensamento) e a mediunidade (capacidade de entrar
em contato com outras dimensões). Os médiuns
apresentam a maior quantidade dos cristais de apatita na
pineal. Os iogues e místicos, que experimentam estados
de meditação e êxtase profundos, têm
em menor quantidade. Ninguém pode aumentar ou diminuir
essa concentração de cristais devido à
sua característica biológica, assim como a
cor dos olhos e dos cabelos. |