Comandante
do exército aqueu, era arrogante e quase sempre
egoísta. Agamémnon exerce forte liderança
sobre os aqueus, mas às vezes age de forma impetuosa
e em benefício próprio. Como Aquiles, faltam
a Agamémnon ponderação e prudência.
Seguindo
o conselho do adivinho Calcas, sacrificou sua filha Ifigênia,
a fim de aplacar a ira de Ártemis (Artemis) e assim
fazer cessar os ventos contrários que impediam
a frota grega, que se achava retida em Aulis (na Beócia),
de levantar ferros. Sua filha, entretanto, foi salva por
Artemis, que a tornou sua sarcedotisa.
No
cerco da cidade, ao se apossar da recompensa de guerra
de Aquiles, a escrava Briseida (Brisêida), causou
uma crise para os aqueus, quando Aquiles, insultado, retirou-se
da guerra por algum tempo.
Depois
da rendição da cidade, regressou a Micenas,
onde sua mulher, Clitemnestra, auxiliada pelo amante Egisto,
vingou a filha, assassinando-o. Seus filhos Orestes, e
Electra por sua vez, vingaram a sua morte, matando a própria
mãe e o cúmplice.