O
lago chamado Aquerúsia e o rio ainda chamado Aqueronte,
junto às ruínas de Necromanteion, encontram-se
próximos a Parga, cidade grega situada na parte
continental desse país, diretamente oposta a Corfu.
Acreditava-se
também que um outro afluente do Aqueronte emergia
no Cabo Aquerúsio (atualmente chamado de Eregli,
situado na Turquia), e foi visto pelos argonautas, de
acordo com Apolônio de Rodes.
Os
gregos estabelecidos na Itália identificaram o
lago Aquerúsio, no qual o Aqueronte fluía
junto ao lago Averno.
No
Fédon de Platão, o filósofo aponta
o Aqueronte como sendo o segundo maior rio do mundo (o
primeiro é Oceanus). Platão declarava que
o Aqueronte fluía na direção oposta
de Oceanus, sob a terra de lugares desertos.
A
palavra é também ocasionalmente usada como
uma sinédoque para o próprio Hades.
O
deus do rio concebeu Ascálafo com Orfne (ou Górgira,
de acordo com outra versão).
Virgílio
menciona o Aqueronte junto a outros rios infernais em
sua descrição do mundo dos mortos no Livro
VI da Eneida.
No
Inferno de Dante, o rio Aqueronte forma fronteira com
o Inferno na região chamada de Ante-Inferno. Seguindo
a tradição da mitologia grega, Caronte é
quem transporta almas no rio em direção
ao Inferno.
Aqueronte
Além da Mitologia Grega
Na
era pré-cataclísmica de Robert E. Howard
o Aqueronte era um reino de trevas, tombado, contra o
qual lutou Kull, o Conquistador, na tentativa de prevenir
sua ressurgência.