O
areópago constituía-se de
um conselho de membros da aristocracia ateniense, cujas
atribuições, enquanto instância dos
diferentes tipos de governo pelos quais Atenas passou, sofreram
alterações ao longo do tempo. Entre seus membros,
invariavelmente, eram escolhidos alguns que receberiam o
título de arconte (uma espécie de "rei"
ou "governante"), cada um responsável por
um aspecto diferente do governo de Atenas.
O
nome "areópago" é a adaptação
de areopagus, que siginifica algo como "Colina de
Ares", em referência ao deus da guerra grego.
Tal referência se deve ao fato de os membros do
Areópagos, por serem aristocratas, cumprirem em
geral a função de guerreiros de elite em
tempos bélicos, responsáveis pela proteção
da cidade.
No
período democrático, o areópago cumpria
a função de um tribunal constituído
por arcontes que, era responsável pelos julgamentos
dos crimes de homicídio premeditado, envenenamento
e incêndio, entre outros.
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