Olímpia
também é conhecida pela gigantesca estátua
de Zeus em marfim e ouro, criada pelo escultor Phidias,
e que foi uma das sete maravilhas do mundo antigo. Escavações
junto ao templo de Zeus, durante a década de 1950,
revelaram a existência de um estúdio que
se supõe ter pertencido a Phidias.
O
estudo arqueológico de Olímpia começou
com uma expedição francesa que, em 1829,
escavou o bairro dos templos e seus arredores. Mais tarde,
no final do século XIX, arqueólogos alemães
continuaram o trabalho, acabando por descobrir, intacta,
a estátua de Hermes de Praxiteles, entre outros
artefactos. Em meados do século XX, o estádio
onde tinham lugar as competições de corrida
foi escavado.
Actualmente,
com a reinstituição dos Jogos Olímpicos
por Pierre de Coubertin, a chama Olímpica acende-se
de quatro em quatro anos no restaurado estádio
de Olímpia, utilizando a luz do Sol reflectida
por um espelho parabólico. Essa chama vai depois
acender uma tocha que é transportada por atletas
até ao local da realização dos Jogos
dessa Olimpíada.