Adriana
da Cunha Calcanhotto (Porto Alegre, 03 de outubro
de 1965), atriz de teatro e cantora brasileira.
Filha
de um baterista de uma banda de jazz e uma bailarina,
e favorecida por estas influências, não tem
dúvidas sobre o que fará na vida. Aos 6
anos ganha do avô seu primeiro instrumento: um violão.
Aprende o instrumento e também mais tarde canto.
Logo imerge nas suas influências musicais (MPB)
e de literárias (Modernismo Brasileiro). Fica fascinada
pela Antropofagia de Mário de Andrade, Tarsila
do Amaral e outros nomes daquele movimento cultural.
Sua
vida artística inicia-se cantando em bares, trabalhando
em peças teatrais e depois se lança em shows
e festivais por todo o país no estilo voz e violão.
Sua consagração só se dá com
o lançamento de seu primeiro CD
(Enguiço). No ano seguinte (1991), recebe o Prêmio
Sharp de revelação feminina. Daí
em diante não parou mais. Uma de suas participações
foi uma perfomance na livraria Argumento, no Rio de Janeiro,
musicando poemas do poeta português Mário
de Sá Carneiro. Seu trabalho atual é o CD
Adriana Partimpim, um seleção de músicas
para crianças.