O
Xilofone é um instrumento
musical definido como de Percussão,
de altura definida ou de som determinado.
Apareceu
nas orquestras no século XIX.
Compõe-se
de uma seqüência ordenada de placas de madeira,
dispostas de maneira análoga às teclas de
um Piano. Desta maneira, as placas de madeira de som mais
grave estão à esquerda do executante e,
em direção à direita, as notas vão
tornando-se agudas.
Há
uma seqüência de placas em primeiro plano que
equivalem às teclas brancas do Piano (notas naturais)
e, em segundo plano um pouco mais elevadas, as placas
de madeira que equivalem às teclas pretas do Piano
(notas acidentadas). Sob cada placa de madeira, há
um tubo de ressonância, geralmente em alumínio,
que dá corpo ao som.
As
placas de madeiras são confeccionadas com todo
o esmero possível, criteriosamente secas e afinadas
com precisão. Tradicionalmente, a madeira escolhida
é o jacaranda (rosewood) mas no Brasil temos um
ótimo resultado com ipê.
O
Xilofone apoia-se sobre um suporte/mesa com rodízios.
Percute-se as placas de madeira usando baquetas, com cabeças,
que podem ser de madeira dura, de borracha ou outro material
sintético, conforme o timbre que se queira.
Semelhante
ao Xilofone, a Marimba, possui mais teclas de madeira
mais largas, numa área mais grave.
Precursor
do Xilofone, o Balafon ( Balaphon), originário
da África do Sul, com ocorrência também
em outros países deste continente. A diferença
esta no reduzido número de teclas e na solução
de cabaças para os ressonadores. Isto exige um
formato curvo e amarrações em couro e cordas.
Alguns músicos de Jazz têm demonstrado interesse
por este instrumento musical africano, tendo sido introduzido
em seus trabalhos vanguardistas.