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MÚSICA
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A música, desde o início de sua história, foi considerada uma prática cultural e humana.Provavelmente, fruto da observação dos sons da natureza, despertou no homem, através do sentido auditivo, a necessidade e vontade de fazê-la. Defini-la não é tarefa fácil porque apesar de ser intuitivamente conhecida por qualquer pessoa, é difícil encontrar um conceito que abarque todos os significados dessa prática. Mais do que qualquer outra manifestação humana, a música contém e manipula o tempo e o som. Talvez por essa razão ela esteja sempre fugindo a qualquer definição, pois ao buscá-la, ela já se modificou, já evoluiu. E esse jogo do tempo é simultaneamente físico e emocional. Uma das maiores dificuldades em definir música tem sido o emprego dessa palavra na descrição de todas as atividades e elementos relacionadas aos sons organizados. Conceitos pré-definidos aplicam-se a práticas exploradas, esquadrinhadas, completamente conhecidas, o que não ocorre na música, que é infinita.

O QUE É MÚSICA
Um dos poucos consensos relativos à música é que ela consiste em uma combinação de sons e de silêncios que se desenvolvem ao longo do tempo. Neste sentido engloba toda combinação de elementos sonoros destinados a serem percebidos pela audição. Isso inclui variações nas características do som (altura, duração, intensidade e timbre) que podem ocorrer sequencialmente (ritmo e melodia) ou simultaneamente (harmonia). Ritmo, melodia e harmonia são entendidos aqui apenas em seu sentido de organização temporal, pois a música pode conter propositalmente desarmonia e disritmia.

E é nesse ponto que o consenso deixa de existir. As perguntas que decorrem desta simples constatação, encontram diferentes respostas se vistas do ponto de vista do criador (compositor), do executante (músico), do historiador, do filósofo, do antropólogo, do linguista ou do amador. E as perguntas são muitas:

* Toda combinação de sons e silêncios é música?

* Música é arte? Ou de outra forma, a música é sempre arte?

* É necessário que a combinação seja deliberada, ou podemos considerar música qualquer som encontrado na natureza? E o canto dos pássaros ou outros animais pode ser considerado uma combinação deliberada?

* A música é fenômeno eminentemente humano ou pode também ser percebida por animais e plantas, como defendem alguns?

* A música existe antes de ser ouvida? O que faz com que a música seja música é algum aspecto objetivo ou ela é uma construção da consciência e da percepção?

Mesmo os adeptos da música aleatória, os mais recentes avatares de sua descontrução e reconstrução, reconhecem que a música se inspira sempre em uma "matéria sonora", cujos dados perceptíveis podem ser reagrupados para construir uma "materia musical". Esta matéria obedece a um objetivo de representação próprio do compositor, mediado pela técnica. A percepção musical, que se dá principalmente pelo sentido da audição, não pode alcançar a totalidade dos objetivos do compositor e o ouvinte reinterpreta o "material musical" de acordo com seus próprios critérios. Por isso, a música é também uma forma de apropriação individual dos elementos formais que pertencem ao consciente e ao emocional, influenciados pelo conjunto das manifestações culturais. Desta diversidade de práticas se conclui sobretudo, que a música não pode ter uma só definição precisa que abarque todos os seus tipos, todos os seus gêneros. Todavia, é possível apresentar algumas definições e conceitos que fundamentam em todos os continentes, uma "história da música" em perpétua evolução, tanto no domínio do popular, do tradicional, do folclórico ou do erudito.

ALGUMAS DEFINIÇÕES POSSÍVEIS
O campo das definições possíveis é na verdade muito grande. Há definições de vários músicos (como Schönberg, Stravinsky, Varèse, Gould, Guillou, Boulez, Berio e Harnoncourt), bem como de musicólogos como Dalhaus, Molino, Nattiez, Deliège, entre outros. Entretanto, quer sejam formuladas por músicos, musicólogos ou outras pessoas, elas se dividem em duas grandes classes: uma abordagem intrínseca, imanente e naturalista contra uma outra extrínseca, funcional e artística.

A abordagem naturalista

De acordo com a primeira abordagem, a música existe antes de ser ouvida; ela pode mesmo ter uma existência autônoma na natureza e pela natureza. Os adeptos desse conceito afirmam que, em si mesma, a música não constitui arte, mas criá-la e expressá-la sim. Enquanto ouvir música possa ser um lazer e aprendê-la e entendê-la sejam fruto da disciplina, a música em si é um fenômeno natural e universal. A teoria da ressonância natural de Mersenne e Rameau vai neste sentido, pois ao afirmar a natureza matemática das relações harmônicas e sua influência na percepção auditiva da consonância e dissonância, ela estabelece a preponderância do natural sobre a prática formal. Consideram ainda que, por ser um fenômeno natural e intuitivo, os seres humanos podem executar e ouvir a música virtualmente em suas mentes sem mesmo aprendê-la ou compreendê-la. Compor, improvisar e executar são formas de arte que utilizam o fenômeno música.

Sob esse ponto de vista, não há a necessidade de comunicação ou mesmo da percepção para que haja música. Ela decorre de interações físicas e prescinde do humano.

A abordagem funcional

Para o segundo grupo, a música não pode funcionar a não ser que seja percebida. Não há, portanto, música se não houver uma obra musical que estabelece um diálogo entre o compositor e o ouvinte. Este diálogo funciona por intermédio de um gesto musical formal (dado pela notação) ou formalizado (através da interpretação). Para os adeptos dessa abordagem, a música só existe como manifestação humana. É atividade artística por excelência e possibilita ao compositor ou executante compartilhar suas emoções e sentimentos. Sob essa óptica, a música não pode ser um fenômeno natural, pois decorre de um desejo humano de modificar a mundo, de torná-lo diferente do estado natural. Em cada ponta dessa cadeia, há o homem. A música é sempre concebida e recebida por uma pessoa. A definição da música, como em todas as artes, passa também pela definição de uma certa forma de comunicação entre os homens. Não uma comunicação semiológica com signos e significados claros, mas ainda uma comunicação.

Definição negativa

Podemos por outro lado definir a música pelo que não é:

* A música não é linguagem. A música não significa nada. Ela não é um discurso, nem uma língua, nem uma linguagem no sentido da linguística (ou seja uma dupla articulação signo/significado). Não se pode utilizá-la, portanto, para comunicar significados precisos.

* A música não é ruído. O ruído pode ser um componente da música, assim como também é um componente (essencial) do Som. E embora a Arte dos ruídos teorizasse a introdução dos ruídos da vida cotidiana na criação musical, o termo "ruído" também pode ser compreendido como desordem. E a música é uma organização, uma composição, uma construção ou recorte deliberado (se considerarmos os elementos componentes do som musical). A oposição que normalmente se faz entre estas duas palavras pode conduzir à confusão e para evitá-la é preciso se referir sempre à ideia de organização. Quando Varèse e Pierre Schaeffer utilizam ruídos de tráfego na música concreta ou algumas bandas de Rock industrial como o Einstürzende Neubauten utilizam sons de máquinas, devemos entender que o "ruído" selecionado, recortado da realidade e reorganizado se torna música pela intenção do artista.

* A música não é universal. Ela não tem o mesmo sentido para todos que a ouvem. Cada indivíduo usa a sua própria emotividade, sua imaginação, suas lembranças e suas raízes culturais para dar a ela um sentido que lhe pareça correto. Podemos afirmar que certos aspectos da música têm efeitos semelhantes em populações muito diferentes (por exemplo, a aceleração do ritmo pode ser interpretada frequentemente como manifestação de alegria), mas todos os detalhes, todas as sutilezas de uma obra ou de uma improvisação não são sempre interpretadas ou sentidas de maneira semelhante por pessoas de classes sociais ou de culturas diferentes.

* A música não é sua representação gráfica. Uma partitura é um meio eficiente de representar a maneira esperada da execução de uma composição, mas ela só se torna música quando executada, ouvida ou percebida. A partitura pode ter méritos gráficos ou estéticos independentes da execução, mas não é, por si só, música.

OS ELEMENTOS DA MÚSICA
Apesar de toda a discussão já apresentada, a música quando composta e executada deliberadamente é considerada arte por qualquer das facções. E como arte é criação, representação e comunicação. Para obter essas finalidades, deve obedecer a um método de composição, que pode variar desde o mais simples (a pura sorte na música aleatória), até os mais complexos. Pode ser composta e escrita para permitir a execução idêntica em várias ocasiões, ou ser improvisada e ter uma existência efêmera. A música dos pigmeus do Gabão, o Rock and roll, o Jazz, a música sinfônica, cada composição ou execução obedece a uma estética própria, mas todas cumprem os objetivos artísticos: criar o desconhecido a partir de elementos conhecidos; manipular e transformar a natureza; moldar o futuro a partir do presente.

Qualquer que seja o método e o objetivo estético, o material sonoro a ser usado pela música é tradicionalmente dividido de acordo com três elementos organizacionais: melodia, harmonia e ritmo. No entanto, quando nos referimos aos aspectos do som nos deparamos com uma lista mais abrangente de componentes: altura, timbre, intensidade e duração. Eles se combinam para criar aspectos secundários como estrutura, textura e estilo. Outros aspectos frequentemente listados são a localização espacial (ou o movimento de sons no espaço), gesto e dança.

Na base da música, dois aspectos são fundamentais: O som e o tempo. Tudo na música é função destes dois elementos. É comum na análise musical fazer uma analogia entre os sons percebidos e uma figura tridimensional. A sinestesia permite ver a música como uma construção com comprimento, altura e profundidade.

O ritmo é o mais simples dos elementos de organização, frequentemente associado à dimensão horizontal e o que se relaciona mais diretamente com o tempo e a intensidade, como se fosse o contorno básico da música ao longo do tempo. Ritmo, neste sentido, são os sons e silêncios que se sucedem temporalmente, cada som com uma duração e uma intensidade próprias, cada silêncio (a intensidade nula) com sua duração. O silêncio é, portanto, componente da música, tanto quanto os sons. O ritmo só é percebido como contraste entre som e silêncio e pode ser periódico e obedecer a uma pulsação definida, uma estrutura métrica. Mas também pode ser livre, não periódico e não estruturado. Isso é uma opção de composição. A variação de intensidade ao longo da música é chamada de dinâmica.

A segunda organização pode ser concebida visualmente como a dimensão vertical. Daí o nome altura dado a essa característica do som. O mais agudo, de maior freqüência, é dito mais alto. O mais grave é mais baixo. O elemento organizacional associado às alturas é a melodia. Indissociável do ritmo, a melodia é definida como a sucessão de alturas ao longo do tempo, mas estas alturas estão inevitavelmente sobrepostas à duração e intensidade que caracterizam o ritmo. Outra metáfora visual que freqüentemente é utilizada é a da cor. Cada altura representaria uma cor diferente sobre o desenho rítmico. Não é à toa que muitos termos utilizados na descrição das alturas ou melodias também são usados para as cores: tom, tonalidade, cromatismo. Também não deve ser fruto do acaso o fato de que tanto as cores como os sons são caracterizados por fenômenos físicos semelhantes: as alturas são variações de freqüências em ondas sonoras. As cores são variações de freqüência em ondas eletromagnéticas. Assim como o ritmo, a melodia pode seguir estruturas definidas como escalas e tonalidades, mas o músico também pode optar por criar melodias que não obedeçam a nenhum sistema.

A terceira dimensão é a harmonia ou polifonia. Visualmente pode ser considerada como a profundidade. Temporalmente é a execução simultânea de vários ritmos e melodias que se sobrepôem e se misturam para compor um som muito mais complexo. Como se cada melodia fosse uma camada e a harmonia fosse a sobreposição de todas essas camadas. O termo harmonia é enganador. Nos faz crer que o conjunto das melodias simultâneas é sempre belo e agradável, mas isso também não é sempre verdade. As dissonâncias também fazem parte da harmonia tanto quanto as consonâncias.

Não podemos esquecer que cada som tocado em uma música tem também seu timbre característico. Definido da forma mais simples o timbre é a identidade sonora de uma voz ou instrumento. É o timbre que nos permite identificar se é um piano ou uma flauta que está tocando, ou distinguir a voz de dois cantores. E o timbre por si só é um conjunto de elementos seqüenciais e simultâneos. Uma série infinita de freqüências sobrepostas que geram uma forma de onda composta pela freqüência fundamental e seu espectro sonoro formado por sobretons ou harmônicos. E o timbre também evolui temporalmente em intensidade formando uma figura chamada envelope. É como se o timbre reproduzisse em escala temporal muito reduzida o que as notas produzem em maior escala e cada nota possuísse em seu tecido uma melodia, um ritmo e uma harmonia próprias.

Segundo o tipo de música, algumas dessas dimensões podem predominar. Por exemplo, o ritmo bem marcado e fortemente periódico tem a primazia na música tradicional dos povos africanos. Na maior parte das culturas orientais, bem como na música tradicional e popular do ocidente, é a melodia que representa o valor mais destacado. A harmonia, por sua vez, é o ideal mais elevado da música erudita ocidental.

Estes elementos nem sempre são claramente reconhecíveis. Onde estará o ritmo ou a melodia no som de uma serra elétrica incluída em uma canção de rock industrial? Mas se considerarmos apenas o jogo dos sons e do tempo, a organização do seqüencial e do simultâneo e a seleção dos timbres, a música nesta composição será tão reconhecível quanto a de uma cantata barroca.

Muitos destes aspectos são levados em conta no estudo da estética musical.

GÉNERO MUSICAIS
Assim como existem várias definições para música, existem muitas divisões a agrupamentos da música em gêneros, estilos e formas. Dividir a música em gêneros é uma tentativa de classificar cada composição de acordo com critérios objetivos que não são sempre fáceis de definir. A divisão em gêneros também é contestada assim como as definições de música porque cada composição ou execução pode se enquadrar em mais de um gênero ou estilo.

A música é freqüentemente agrupada de acordo com vários critérios. Uma das divisões mais freqüentes divide a música em grandes grupos:

* música erudita - a música de concerto, tida como "culta" e mais elaborada. Seus adeptos consideram que é feita para durar muito tempo e resistir a modas e tendências. Em geral exige uma atitude contemplativa e uma audição concentrada. Alguns consideram que seja uma forma de música superior a todas as outras e que seja a real arte musical. No entanto esse pensamento é tipicamente ocidental e não leva em conta a imensa variedade de formas e funções da música nas mais diversas sociedades.

* música popular - associada a movimentos culturais populares. É a música do dia a dia, tocada nas festas, usada para dança e socialização. Segue tendências e modismos e muitas vezes é associada a valores puramente comerciais.

* música folclórica ou tradicional - associada a fortes elementos culturais de cada sociedade. Normalmente são associadas a festas folclóricas ou rituais específicos. Pode ser funcional (como canções de plantio e colheita ou a música das rendeiras e lavadeiras). Normalmente é transmitida por imitação e costuma durar décadas ou séculos. Incluem-se neste gênero as cantigas de roda e de ninar.

Outra divisão comum é entre a música profana, sem conotação religiosa e a música religiosa.

Cada uma dessas divisões possui centenas de subdivisões. Gêneros, subgêneros e estilos são usados numa tentativa de classificar cada música. Em geral é possível estabelecer com um certo grau de acerto o gênero de cada peça musical, mas como a música não é um fenômeno estanque, cada músico é constantemente influenciado por outros gêneros. Isso faz com que subgêneros e fusões sejam criados a cada dia. Por isso devemos considerar a classificação musical como um método útil para o estudo e comercialização, mas sempre insuficiente para conter cada forma específica de produção. Os estilos musicais ao entrar em contato entre si produzem novos estilos e as culturas se misturam para produzir gêneros transnacionais. O bluegrass estadunidense, por exemplo tem elementos vocais e instrumentais das tradições anglo-irlandesas, escocesas, irlandesas, alemãs e afro-americanas que só podem ser fruto da produção do séc. XX.

Outra forma de encarar os gêneros é considerá-los como parte de um conjunto mais abrangente de tradições. Os gêneros são comumente determinados pela tradição e por suas apresentações e não só pela música de fato. Ainda que a maioria do que se denomina por música erudita seja acústica por natureza e intencionada para ser tocada por indivíduos, muitos trabalhos que usam samples, gravações e ainda sons mecânicos, não obstante, são descritas como eruditas. Por outro lado, uma trecho de uma obra erudita como os "Quadros de uma Exposição" de Mussorgsky tocado por Emerson, Lake and Palmer se torna Rock progressivo não só por que houve uma mudança de instrumentação, mas também porque há uma outra atitude dos executantes e da platéia.

O termo "música genérica"(mundial-universal) é aplicado para uma grande variedade de músicas feitas fora das influências européias, apesar da primeira aplicação do termo, no contexto do Programa de Música Genérica na Universidade de Wesleyan, foi para todos os possíveis gêneros sem excluir a tradição européia. Nos círculos acadêmicos, o termo original para estudos da música genérica foi "musicologia comparativa", que foi renomeada em meados do século XX para "etnomusicologia", que apresentou-se, ainda assim, como uma definição insatisfatória.

Um dos últimos gêneros músicais que revolucionaram o século XX foi o Rock and Roll que começou oficialmente nos anos 50 e tem como seu rei aclamado pela História Elvis Presley.

Métodos de composição

A música também pode ser determinada ao descrever um "processo" o qual pode criar sons musicais. Os exemplos se estendem desde uma harmonia de sons de ventania até sons escolhidos por programas de computadores.

Banda sonora

Chama-se Banda sonora ou trilha sonora ao conjunto das peças musicais usadas num filme. Pode incluir música original, criada de propósito para o filme, ou outras peças musicais, canções e excertos de obras musicais anteriores ao filme.

TEORIA MUSICAL
Crítica musical

A crítica musical é um assunto de tal modo complexo que, desde os tempos em que a sua prática era levada a cabo por curiosos frequentadores da vida social e, consequentemente, dos espectáculos musicais, nunca se percebeu ao certo qual o seu objectivo, nem mesmo quais os destinatários.

Ao longo do século XX, notou-se que, mesmo sem finalidade ou utilidade aparente, a crítica musical despertava forte curiosidade nos que não frequentavam os espectáculos musicais e assim se apropriavam dos pontos de vista emanados nas críticas. Dai para se manipular o conteudo das críticas a partir de almoços pagos, foi um passo em nome da divulgação dos espectáculos e da captura das platéias.

A indústria cultural além de lançar tendências através de bandas pagas, agrupadas por redes de comunicação, etc., também faz uso da crítica para vender sua mercadoria com artigos pagos, abuso dos principais meios de comunição com a massificação de determinados estilos musicais, e etc..

ATUAÇÃO
Solos e conjuntos

Muitas culturas mantêm fortes tradições nas atuações de solos como, por exemplo, na música clássica indiana, enquanto que outras, como em Bali, mantêm nas atuações de conjuntos. Todas, no entanto, incluem uma mistura das duas, e a atuação pode se extender da improvisação de solos às bem organizadas performances de rituais como o moderno concerto clássico, ou as procissões religiosas.

O que é chamado de música de câmara é comumente visto como mais íntimo que trabalhos sinfônicos.

O atuante é chamado de músico, e no caso de um grupo é um conjunto musical como os de rock ou as orquestras.

Festivais de música

Além dos próprios shows e eventos feitos por algumas bandas e grupos isolados, existem também os Festivais de música, onde são apresentados diversos grupos e artistas, na maioria das vezes com o mesmo gênero musical, mas muitas vezes com gêneros diversos. Alguns dos mais importantes são o Chivas Jazz Festival, com diversas edições, o Woodstock, tradicional festival de rock, com apenas três edições, e regionalmente no Brasil, o Abril Pro Rock, o Festival Pré Amp, o famoso Rock in Rio que ultimamente tem sido extrapolado para vários outros países.

Existem muitos festivais de música que celebram gêneros particulares de música.

VEJA TAMBÉM
* Compositores
* Cantores
* Grupos musicais
* Gêneros musicais
* Instrumentos musicais
O CASTELO ANIMADO é tão maravilhoso quanto A VIAGEM DE CHIHIRO. Mais um grande sucesso em animação da parceria Disney/Pixar.
 
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