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A
República Federativa do Brasil
é o maior e mais populoso país da América
Latina, e o quinto maior do mundo. Sua área total
é de 8.511.965 km². Localiza-se na parte central
e nordeste da América do Sul. Suas fronteiras ao
Norte são com a Venezuela, a Guiana, o Suriname
e com o departamento ultramarino francês da Guiana
Francesa; tem costas ao Nordeste, Leste e Sudeste no Oceano
Atlântico. Ao Sul, faz fronteira com o Uruguai;
a Sudoeste, com a Argentina e o Paraguai; a Oeste, com
a Bolívia e o Peru, e a Noroeste, com a Colômbia.
Os únicos países sul-americanos que não
fazem fronteira com o Brasil são o Chile e o Equador.
Bem além do território continental, o Brasil
também possui alguns pequenos grupos de ilhas no
Oceano Atlântico: Penedos de São Pedro e
São Paulo, Fernando de Noronha, e Trindade e Martim
Vaz. Há também um complexo de pequenas ilhas
e corais chamado Atol das Rocas.
Originalmente habitado por ameríndios, o território
que hoje pertence ao Brasil, além do restante da
América do Sul, já estava dividido entre
duas potências européias, Portugal e Espanha,
antes mesmo de seu descobrimento oficial. O Tratado de
Tordesilhas, assinado em 1494, foi um importante acordo
para a definição das futuras fronteiras
do Brasil, embora tenham sido muito alteradas posteriormente,
com a expansão portuguesa para o oeste.
Oficialmente,
o descobridor foi Pedro Álvares Cabral, tendo avistado
terra em 21 de abril e chegado à atual Porto Seguro
(BA) em 22 de Abril de 1500. A ocupação
efetiva se deu a partir de 1532, com a fundação
de vila de São Vicente, por Martim Afonso de Sousa.
Ao longo do século XVI, foi-se ensaiando a escravidão,
inicialmente a dos indígenas, e só a partir
das últimas décadas a do africano.
O
século XVII vê um grande desenvolvimento
da agricultura, baseada na escravatura, do tabaco e especialmente
da cana-de-açúcar, a partir dos núcleos
baiano e pernambucano, e mais tardiamente no Rio de Janeiro.
As colônias nordestinas foram ocupadas pelos holandeses
em 1624, e entre 1630 e 1654.
No
século XVIII, ainda que a produção
do açúcar não tenha perdido sua importância,
as atenções da Coroa se concentravam na
região onde se tinha descoberto ouro. Este, entretanto,
esgota-se antes do final do século.
Após
a Independência (7 de setembro de 1822), o Brasil
se torna uma monarquia constitucional, mantendo a base
de sua economia no trabalho escravo. Este é lentamente
substituído pela imigração alemã,
italiana e polonesa.
O
surto de modernização continua com o fim
da escravidão (1888), à época quase
dispensável, e da monarquia, no ano seguinte. A
República que então se instaura em 15 de
novembro de 1889, dominada por oligarquias estaduais que
se sustentavam através de eleições
"fraudadas", dura até 1930. Nesse ano,
Getúlio Vargas comanda uma revolução
que o coloca no poder até 1945, incluindo uma ditadura
de inspirações fascistas desde 1937.
Após
a derrubada de Getúlio Vargas e a promulgação
de uma Constituição em 1946, o país
vive a fase mais democrática que já experimentara,
embora abalada por fatos como o suicídio de Vargas
em 1954, presidente eleito desde 1951.
Em
janeiro de 1956, tomou posse o novo presidente Juscelino
Kubitschek, ex-governador de Minas Gerais, que inicia
um período de industrialização do
país. Em 1961 assume a presidência da república
o populista Jânio Quadros, tendo como vice-presidente
João Goulart que não era do mesmo partido
(havia eleições para presidente e para vice-presidente,
não em uma chapa de presidente e vice-presidente).
Com a renúncia de Jânio Quadros em 25 de
agosto de 1961 e após um período de instabilidade
política e da campanha que ficou conhecida como
"legalidade" patrocinada pelo cunhado de João
Goulart, o governador do Rio Grande do Sul Leonel Brizola,
Goulart assume a presidência e propõe um
conjunto de reformas que ficaram conhecidas como as "reformas
de base", que incluíam distribuição
de renda, reforma agrária e outras medidas de cunho
socialista. Inicia-se um período de instabilidade
política e atritos entre o governo e os militares
conservadores.
O golpe militar de 31 de Março de 1964 derruba
Goulart e instaura uma ditadura que coloca no poder o
general Castello Branco. Seu governo é sucedido
respectivamente pelos governos militares dos generais
Arthur da Costa e Silva, Emílio Garrastazu Médici,
Ernesto Geisel e João Baptista Figueiredo.
A
volta à democracia se inicia após uma maciça
movimentação popular na campanha das Diretas-Já
em 1984. Em 1985, concorrendo com Paulo Maluf, Tancredo
Neves ganha uma eleição indireta no Colégio
Eleitoral. Tancredo não chega a tomar posse vindo
a falecer e José Sarney toma posse em 1985. Sob
o governo de José Sarney, promulga-se a Constituição
de 1988, que institui uma república presidencial,
confirmada em plebiscito em 21 de Abril de 1993.
Em
1989, o ex-governador das Alagoas Fernando Collor, praticamente
desconhecido no resto do país, é eleito
presidente, nas primeiras eleições diretas
àquele cargo desde 1960.
Após
2 anos o governo sofre com diversas denúncias e
é instaurado um processo de afastamento no congresso.
Em uma tentativa de não sofrer o afastamento, Fernando
Collor renuncia mas acaba punido com a perda de seus direitos
políticos e seu vice, Itamar Franco, toma posse.
O
governo de Itamar Franco introduz o Plano Real, um plano
econômico executado pelo então ministro da
fazenda, Fernando Henrique Cardoso, inédito no
mundo e que debelou décadas de inflação.
Com
o sucesso do Plano Real, Fernando Henrique Cardoso, centro-direita,
concorre e é eleito presidente em 1994 conseguindo
a reeleição em 1998, em aliaça com
forças da direita tradicional.
Após
os oito anos do governo considerado neoliberal de Fernando
Henrique Cardoso, em 2002 é eleito presidente da
República o ex-metalúrgico Luiz Inácio
Lula da Silva, do tradicionalmente esquerdista PT.
Alguns
analistas políticos de esquerda acusam o presidente
Lula de ter usado de retórica quando estava na
oposição, vindo a fazer um governo quase
neoliberal, que consideram semelhante ao de seu antecessor.
Além
disso, várias denúncias de corrupção
envolvendo políticos ligados ao partido do presidente
(sendo alguns amigos pessoais deste), tem provocado revolta
e gradual queda na aprovação popular de
seu governo.
Outros,
entretanto, consideram este processo de continuidade e
transição gradual um sinal de maturidade
do processo democrático brasileiro.
Outros
analistas propõem, ainda, que nem Fernando Henrique
nem Lula seriam neoliberais, mas que ambos se posicionariam
na centro-esquerda.
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| Sua
geografia é diversificada, com paisagens semi-áridas,
montanhosas, de planície tropical, subtropical, com
climas variando do seco sertão nordestino ao chuvoso
clima tropical equatorial, ao frio da região sul,
com clima subtropical e geadas.
Seu
povo é o resultado da miscigenação
de diferentes raças e culturas, com influências
tanto dos ameríndios, moradores originais do continente,
como dos europeus invasores e imigrantes, e dos africanos
que foram trazidos como escravos. Além destes, participam
também os povos asiáticos, mas de influência
mais limitada. A imigração foi incentivada
pelo governo no final do século XIX, após
a abolição da escravatura, para compor a mão-de-obra
que iria trabalhar nas lavouras de café e nas nascentes
indústrias. Houve forte fluxo de emigrantes para
a região Sudeste (Italianos, Espanhóis, Portugueses)
e para a região Sul (Alemães, Poloneses, Eslavos).
Outros surtos imigratórios, causados por fatores
externos, trouxeram Judeus, Japoneses e Sul-Americanos em
geral.
Esta
miscigenação é responsável,
em parte, pelo fato do Brasil ser reconhecido como um dos
países mais abertos e tolerantes às diferenças
culturais. Pessoas das mais diferentes origens, raças
e credos convivem lado a lado, sem tensões sociais,
contribuindo para uma cultura rica e diversificada.
Geologia
A
estrutura geológica de um território corresponde
as diversas formas de organização de suas
rochas, considerando, principalmente, idade e origem das
mesmas. As ciências da Terra, como a Geologia e a
Geomorfologia, consideram que a estruta geologica é
composta de três domínios estruturais: os crátons
ou plataformas estruturais, as bacias sedimentares e as
cadeias orogênicas ou orógenos (oro= montanha;
gênese= formação).O Brasil possui terrenos
geológicos muito antigos e bastante diversificados,
dada sua extensa área territorial. Não existem,
entretanto, cadeias orogênicas modernas, datadas do
Mesozóico, como os Andes, os Alpes e o Himalaia.
Eis a razão pela qual a modéstia de altitudes
é uma das características principais da nossa
geomorfologia. Raros são os pontos em que o relevo
ultrapassa dois mil metros de altitude, sendo que as maiores
altitudes isoladas encontram-se na fronteira norte do país,
enquanto as maiores médias regionais estão
na Região Sudeste, notadamente nas fronteiras de
Minas Gerais e Rio de Janeiro. As rochas mais antigas integram
áreas de escudo cristalino, representadas pelos crátons:
Amazônico, Guianas, São Francisco, Luís
Alves/Rio de La Plata, acompanhado por extensas faixas móveis
proterozóicas. Da existência destes crátons
advém outra característica geológica
muito importante do nosso território: sua estabilidade
geológica. São incomuns no Brasil os grandes
abalos sísmicos ou terremotos. Também não
existe atividade vulcânica expressiva. A parte mais
acidentada do nosso relevo são resultantes de dobramentos
ou arqueamentos antigos da crosta, datados do proterozóico
(faixas móveis). As áreas de coberturas sedimentares
estão representadas por três grandes bacias
sedimentares: Bacia Amazônica, Bacia do Paraná
e Bacia do Parnaíba, todas apresentando rochas de
idade paleozóica. |
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De
acordo com a Constituição de 1988, o Brasil
é uma República Federativa Presidencialista,
de inspiração estadunidense quanto à
forma do Estado. No entanto, o sistema legal brasileiro
segue a tradição romano-germânica.
O Poder Executivo é exercido pelo Presidente, eleito
quadrienalmente. Concomitantemente às eleições
presidenciais, vota-se para o Congresso Nacional, sede
do Poder Legislativo, dividido em duas Câmaras:
a dos Deputados, que têm mandato de quatro anos,
e o Senado, que renova um terço e dois terços
de seus membros em eleições alternadas.
Embora
o peso de cada voto individual seja o mesmo no sufrágio
para o Executivo, o mesmo não ocorre com o Legislativo.
Por um lado, há três Senadores representando
cada Unidade da Federação (atualmente 27).
Por outro, a se considerar o modelo federativo clássico,
a representação do povo pelos Deputados
deveria ser consoante à população
de cada UF; seu número é, entretanto, limitado
a no mínimo 8 e no máximo 70. De qualquer
forma, adota-se o sistema majoritário para a eleição
dos Senadores e o proporcional para os Deputados.
Finalmente,
há o Poder Judiciário, cuja instância
máxima é o Supremo Tribunal Federal, composto
de onze Ministros indicados pelo Presidente sob referendo
do Senado. Os ministros do STF não são completamente
renovados a cada presidente; o presidente indica um novo
ministro quando um deles se aposenta ou morre.
Divisões políticas
As 27 unidades da federação são agrupadas,
para fins estatísticos e, em alguns casos, de orientação
da atuação federal, em cinco grandes regiões:
Centro-Oeste, Nordeste, Norte, Sudeste e Sul. Cada Estado,
bem como o Distrito Federal, tem seus próprios
órgãos executivos (na figura do Governador),
legislativos (Assembléia Legislativa unicameral)
e judiciários (tribunais estaduais).
Apenas
aos Estados cabe subdividir-se em Municípios, que
variam em número, entre 15 (Roraima) e 853 (Minas
Gerais). As menores unidades autônomas da Federação
dispõem apenas do poder Executivo, exercido pelo
Prefeito, e Legislativo, sediado na Câmara Municipal.
Esta última é uma entidade com uma história
secular na Península Ibérica e áreas
por ela colonizadas.
Abaixo,
os Estados que compõem cada região:
* Região Centro-Oeste
* Distrito Federal (DF)
* Goiás (GO)
* Mato Grosso (MT)
* Mato Grosso do Sul (MS)
* Região Nordeste
* Alagoas (AL)
* Bahia (BA)
* Ceará (CE)
* Maranhão (MA)
* Paraíba (PB)
* Pernambuco (PE)
* Piauí (PI)
* Rio Grande do Norte (RN)
* Sergipe (SE)
* Região Norte
* Acre (AC)
* Amapá (AP)
* Amazonas (AM)
* Pará (PA)
* Rondônia (RO)
* Roraima (RR)
* Tocantins (TO)
* Região Sudeste
* Espírito Santo (ES)
* Minas Gerais (MG)
* Rio de Janeiro (RJ)
* São Paulo (SP)
* Região Sul
* Paraná (PR)
* Rio Grande do Sul (RS)
* Santa Catarina (SC)
Maiores
aglomerações urbanas
1. Região Metropolitana de São Paulo - São
Paulo - 20,5 milhões de habitantes
2. Região Metropolitana do Rio de Janeiro - Rio
de Janeiro - 11,6 milhões de habitantes
3. Região Metropolitana de Belo Horizonte - Minas
Gerais - 4,6 milhões de habitantes
4. Região Metropolitana de Porto Alegre - Rio Grande
do Sul - 3,9 milhões de habitantes
5. Região Metropolitana do Recife - Pernambuco
- 3,5 milhões de habitantes
Cidades
mais populosas
1. São Paulo - 11,5 milhões de habitantes
2. Rio de Janeiro - 6,5 milhões de habitantes
3. Salvador - 2,63 milhões de habitantes
4. Belo Horizonte - 2,35 milhões de habitantes
5. Fortaleza - 2,33 milhões de habitantes
6. Brasília - 2,28 milhões de habitantes
7. Curitiba - 1,73 milhão de habitantes
8. Manaus - 1,59 milhão de habitantes
9. Recife - 1,49 milhão de habitantes
10. Porto Alegre - 1,42 milhão de habitantes
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A
economia do país é bastante diversificada
e abrange diversos tipos de atividade econômica e
industrial, dentre as principais encontram-se:
* Indústria aeronáutica
* Agricultura e Agroindústria
* Indústria automotiva
* Divisão Geoeconômica
* Indústria de eletro-eletrônicos
* Extrativismo
* Indústria de transformação
* Indústria têxtil
* Mineração
* Indústria petroquímica
* Turismo
* Serviços
* Sistema Financeiro Brasileiro
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A
base do povo brasileiro é o elemento Português,
que colonizou o país após 1500. Até
a independência, em 1822, Portugal foi a única
nação européia que se estabeleceu com
sucesso no Brasil, e grande parte da cultura brasileira
tem sua raíz naquela de Portugal. Holandeses e Franceses
também colonizaram o Brasil no século XVII,
mas sua presença durou apenas algumas décadas.
A
população Indígena do Brasil foi em
grande parte exterminada ou assimilada pela população
Portuguesa. Desde o início da colonização,
a mistura entre Portugueses e Nativos foi comum.
O
Brasil tem uma grande população Negra, descendente
dos escravos Africanos trazidos para o País do século
XVI ao século XIX. A população Africana
no Brasil se misturou em larga escala com os Portugueses,
criando uma grande população Mestiça
no País.
No
século XIX, o Governo Brasileiro estimulou a imigração
de Europeus para substituir a mão-de-obra escrava.
Os primeiros imigrantes não-Lusos a se estabelecerem
no Brasil foram os Alemães, em 1824. Entretando,
a vinda em massa de Europeus para o Brasil só começou
na década de 1870, quando a imigração
vinda da Itália cresceu. O Brasil tem a maior população
de origem italiana fora da Itália, com 25 milhões
de descendentes de italianos, constituindo mais de 15% da
população brasileira. Um outro importante
fluxo de imigrantes no Brasil veio da Espanha. Durante o
século XIX e início do século XX, o
Brasil recebeu imigrantes de diversos outros países
da Europa, como da Polônia, Rússia, Ucrânia
e Áustria. Esses imigrantes se estabeleceram sobretudo
nos estados do Sul e Sudeste.
Começando
no início do século XX, o Brasil também
recebeu um grande número de imigrantes Japoneses,
que foram principalmente para São Paulo. Constituem
hoje a maior população de origem Asiática
do País. Os Japoneses e descendentes residentes no
Brasil (1,5 milhão) são a maior população
japonesa fora do Japão. Também ocorreu uma
significante imigração vinda do Oriente Médio
(Líbano e Síria)
A
população brasileira está concentrada
sobretudo no litoral, com uma menor densidade demográfica
no interior.
* Povos Ameríndios
* Imigração portuguesa no Brasil
* Escravidão Africana
* Imigração italiana no Brasil
* Imigração alemã no Brasil
* Imigração japonesa no Brasil
Migrações
* Migrações internacionais recentes no Brasil
* Migrações internas no Brasil |
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O
Português é a língua
oficial e falada por toda a população. O Brasil
é o único país de língua portuguesa
das Américas, dando-lhe uma distinta identidade cultural
em relação aos outros países do continente.
O
português é o único idioma com total
status de língua oficial do Brasil e há pequenas
variantes regionais. É a única língua
usada nas escolas, jornais, rádio e TV e negócios.
O
idioma falado no Brasil é em parte diferente daquele
falado em Portugal e nos outros países lusófonos.
O Português do Brasil é mais arcáico
que o Português de Portugal e possui algumas diferenças
na fonética e na ortografia, embora as diferenças
entre as duas variantes não comprometa seu entendimento.
Idiomas
minoritários são falados no dia-a-dia no vasto
território brasileiro. Parte desses idiomas são
Línguas Indígenas, faladas sobretudo na Região
Norte do Brasil. As línguas mais faladas são:
Tupi-guarani, Kaingang, Nadëb, Carajá, Caribe,
Tucano , Arára, Terêna, Borôro, Apalaí,
Canela e vários outras.
Outras
línguas faladas no Brasil são entre as populações
de descendentes de imigrantes que preservaram seus costumes
no Sul do Brasil. Essas comunidades falam alemão,
italiano, polonês e japonês. A variante alemã
mais falada no Brasil é o dialeto Riograndenser Hunsrückisch,
que tem sua origem no dialeto alemão Hunsrückisch.
A variante italiana mais falada no Brasil é o Talian,
um dialeto que tem sua origem na Língua Vêneta,
falada no Norte da Itália |
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Cerca
de 74% dos brasileiros são Católicos. A maior
parte dos outros 26% aderem à vários credos
Protestantes, Espiritismo, Candomblé, Umbanda, Judaísmo,
Islamismo ou Budismo.
O
Brasil é o país com a maior população
Católica do mundo. Também é o país
com o maior número de seguidores de religiões
Asiáticas fora da Ásia. |
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| O CASTELO
ANIMADO é tão maravilhoso quanto A VIAGEM DE CHIHIRO. |
Mais um grande
sucesso em animação da parceria Disney/Pixar. |
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