Ao
contrário do pensamento leigo, as crianças
raquíticas não tem nada de magras e subnutridas.
Em geral são crianças que não são
expostas ao sol
devido a vários fatores (entre eles o climático)
e não fazem suplemento oral com vitamina
D3 (colecalciferol). São crianças aparentemente
normais, mas que não conseguem segurar o próprio
pescoço. Demoram mais para andar e engatinhar.
Isto
se deve ao fato da vitamina D ser necessária para
a absorção de cálcio, principal componente
dos ossos.
No leite materno e nos demais alimentos encontramos a
vitamina D4, que é inativa nesta forma. O sol batendo
na pele
transforma a vitamina D4 em vitamina D3, a forma ativa
da vitamina D.
O
raquitismo é uma das doenças
mais diagnosticadas inclusive em famílias de bom
poder aquisitivo. Orientação adequada às
mães,
instituindo-se 15 minutos de sol por dia ou a ingestão
de vitamina D3 em gotas pode evitar este problema de saúde
pública.
Quadros
crônicos de raquitismo podem evoluir com graves
deformações do esqueleto
descalcificado, ficando a criança com a coluna
vertebral curva e as pernas arqueadas.