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Jornalismo
é a atividade profissional que consiste em lidar
com notícias, dados factuais e divulgação
de informações. Também define-se
o Jornalismo como a prática de coletar, redigir,
editar e publicar informações sobre eventos
atuais. Jornalismo é uma atividade de Comunicação.
Ao
profissional desta área dá-se o nome de
jornalista. O jornalista pode atuar em várias áreas
ou veículos de imprensa, como Jornais, Revistas,
Televisão, Rádio, Websites, Weblogs, Assessoria
de Imprensa, entre muitas outras.
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A
notícia é um formato de divulgação
de um acontecimento por meios jornalísticos. É
a matéria-prima do Jornalismo, normalmente reconhecida
como algum dado ou evento socialmente relevante que merece
publicação numa mídia. Fatos políticos,
sociais, econômicos, culturais, naturais e outros
podem ser notícia se afetarem indivíduos ou
grupos significativos para um determinado veículo
de imprensa. Geralmente, a notícia tem conotação
negativa, justamente por ser excepcional, anormal ou de
grande impacto social, como acidentes, tragédias,
guerras e golpes de estado. Notícias têm valor
jornalístico apenas quando acabaram de acontecer,
ou quando não foram noticiadas previamente por nenhum
veículo. A "arte" do Jornalismo é
escolher os assuntos que mais interessam ao público
e apresentá-los de modo atraente. Nem todo texto
jornalístico é noticioso, mas toda notícia
é potencialmente objeto de apuração
jornalística.
Quatro
fatores principais influenciam na qualidade da notícia:
1. novidade: a notícia deve conter
informações novas, e não repetir as
já conhecidas
2. proximidade: quanto mais próximo
do leitor for o local do evento, mais interesse a notícia
gera, porque implica mais diretamente na vida do leitor
3. tamanho: tanto o que for muito grande
quanto o que for muito pequeno atrai a atenção
do público
4. importância: notícia deve
ser importante, ou, pelo menos, significativa. acontecimentos
banais, corriqueiros, geralmente não interessam ao
público
Notícias
chegam aos veículos de imprensa por meio de repórteres,
correspondentes, agências de notícias e associações
de imprensa. Eventualmente, amigos e conhecidos de jornalistas
fornecem denúncias, sugestões de pauta, dicas
e pistas, às vezes no anonimato, pelo telefone ou
por e-mail.
Nos
EUA, é comum a figura do news-hawk (falcão-de-notícia),
uma espécie de informante contratado pelo jornal,
que anda em busca de assuntos que potencialmente possam
gerar notícias. |
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A
atividade primária do Jornalismo é a observação
e descrição de eventos, conhecida como reportagem,
indicando os parâmetros jornalísticos:
* "Quem" (personagem)
* "O quê" (fato)
* "Onde" (local)
* "Quando" (tempo)
* "Por quê" (causa)
* "Como".
A
essência do Jornalismo, entretanto, é a seleção
e organização das informações
no produto final (jornal, revista, programa de TV etc.),
chamada de edição.
O
trabalho jornalístico consiste em capacitação
e tratamento escrito, oral, visual ou gráfico, da
informação em qualquer uma de suas formas
e variedades. O trabalho é normalmente dividido em
quatro etapas distintas, cada qual com suas funções
e particularidades: pauta, apuração, redação
e edição.
* A pauta é a seleção dos assuntos
que serão abordados. É a etapa de escolha
sobre quais indícios ou sugestões devem ser
considerados para a publicação final.
* A apuração é o processo de averiguar
informação em estado bruto (dados, nomes,
números etc.), e o tratamento destes em forma de
texto verbal é a redação. A apuração
é feita com documentos e pessoas que fornecem informações,
chamadas de fontes. A interação de jornalistas
com suas fontes envolve freqüentemente questões
de confidencialidade.
* A edição é a finalização
do material redigido em produto de comunicação,
hierarquizando e coordenando o conteúdo de informações
na forma final em que será apresentado. Muitas vezes,
é a edição que confere sentido geral
às informações coletadas nas etapas
anteriores. No jornalismo impresso (jornais e revistas),
a edição consiste em revisar e cortar textos
de acordo com o espaço de impressão pré-definido.
A diagramação é a disposição
gráfica do conteúdo e faz parte da edição
de impressos. No radiojornalismo, editar significa cortar
e justapor trechos sonoros junto a textos de locução,
o que no telejornalismo ganha o adicional da edição
de imagens em movimento.
Estas
três mídias citadas têm limites de espaço
e tempo pré-definidos para o conteúdo, o que
impõe restrições à edição.
No chamado webjornalismo, ciberjornalismo ou "jornalismo
online", estes limites teoricamente não existem.
A
inexistência destes limites começa pela potencialidade
da interação no jornalismo online, o que provoca
um borramento entre as fronteiras que separam os papéis
do emissor e do receptor, anunciando a figura do interagente.
Esta prática tem se difundido como "jornalismo
open source", ou o jornalismo de código aberto,
onde informações são apuradas, redigidas
e publicadas pela comunidade sem a obrigação
de serem submetidas às rígidas rotinas de
produção e às estruturas organizacionais
das empresas de comunicação.
De
acordo com a pesquisadora Catarina Moura, da Universidade
da Beira Interior (Portugal), Jornalismo Open Source "implica,
desde logo, permitir que várias pessoas (que não
apenas os jornalistas) escrevam e, sem a castração
da imparcialidade, dêem a sua opinião, impedindo
assim a proliferação de um pensamento único,
como o pode ser aquele difundido pela maioria dos jornais,
cuja objectividade e imparcialidade são muitas vezes
máscaras de um qualquer ponto de vista que serve
interesses mais particulares que apenas o de informar com
honestidade e isenção o público que
os lê". |
MÍDIAS
E VEÍCULOS DE IMPRENSA |
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O
Jornalismo é realizado em uma grande variedade de
Mídias: jornais, Televisão, Rádio e
Revistas, além do mais recente Jornalismo online
na Internet. Cada tipo de mídia define um determinado
suporte, ou seja: papel, som, celulóide ou vídeo,
por radiodifusão ou teledifusão eletrônicas.
Mídia Veículos
impresso jornais, revistas
digital portais, websites, revistas em CD-ROM, boletins
por e-mail
televisão emissoras e redes de TV
rádio emissoras de rádio, webrádios
ver
também Jornalismo online, Telejornalismo e Radiojornalismo |
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As
funções que os jornalistas podem exercer na
profissão variam de mídia para mídia,
de canal para canal e de veículo para veículo.
Às vezes a mesma função recebe nomes
distintos em empresas diferentes. Basicamente, as três
funções fundamentais são a reportagem
(coleta de informações), a redação
(organização destas em texto) e a edição
(seleção e hierarquização das
informações no produto final).
Função Impresso Rádio TV Digital
Edição Editor, Editor-Chefe, Subeditor Editor
Editor Editor, Editor de Capa
Redação Redator, Articulista, Colunista, Crítico,
Revisor Redator Editor de Texto Webwriter
Reportagem Repórter, Apurador, Pauteiro Repórter,
Produtor Repórter, Produtor Repórter, Produtor
Imagens Fotógrafo - Câmera
Apresentação - Locutor Âncora
Formatação Diagramador Editor de Som Editor
de Imagens Webdesigner
Arte Infografista, Ilustrador, Cartunista Sonoplasta Videografista
Técnica Gráfico Operador de áudio Iluminador
Programador
Funções
auxiliares:
* Colunista, Articulista e Comentarista
* Editorialista
* Ombudsman
* Secretário de Redação
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O
produto da atividade jornalística é geralmente
materializado em textos, que recebem diferentes nomenclaturas
de acordo com sua natureza e objetivos. Uma matéria
é o nome genérico de textos informativos resultantes
de apuração, incluindo notícias, reportagens
e entrevistas. Um artigo é um texto dissertativo
ou opinativo, não necessariamente sobre notícias,
e nem necessariamente escrito por um jornalista.
Redatores
geralmente seguem uma técnica para hierarquizar as
informações, apresentando-as no texto em ordem
decrescente de importância. Esta técnica tem
o nome de pirâmide invertida, pois a "base"
(lado mais largo, mais importante) fica para cima (início
do texto) e o "vértice" (lado mais fino,
menos relevante) fica para baixo (fim do texto). O primeiro
parágrafo, que deve conter as principais informações
da matéria, chama-se "lide" (do inglês
lead, ou "principal"). O texto é geralmente
subdividido em "capítulos" agrupados por
tema, chamados retrancas e sub-retrancas, ou matérias
coordenadas.
O
conjunto de técnicas e procedimentos específicos
para a atividade de redação jornalística
é chamado de técnica de redação.
As
matérias apresentam, quase sempre, relatos de pessoas
envolvidas no fato, que servem para tanto validar (por terceiros)
as afirmativas do jornal (técnica chamada de documentação)
quanto para provocar no leitor a identificação
com um personagem (empatia). No jargão jornalístico,
os depoimentos destes personagens chamam-se aspas.
Apesar
de as matérias serem geralmente escritas em estilo
sucinto e objetivo, devem ser revisadas antes de serem publicadas.
O profissional que exerce a função de revisão,
hoje figura rara nas redações, é chamado
de revisor ou copy-desk.
Tipos
de texto jornalístico
* matéria - todo texto jornalístico de descrição
ou narrativa factual. Dividem-se em matérias "quentes"
(sobre um fato do dia, ou em andamento) e matérias
"frias" (temas relevantes, mas não necessariamente
novos ou urgentes). Existem ainda os seguintes subtipos
de matérias:
o matéria leve ou feature - texto com informações
pitorescas ou inusitadas, que não prejudicam ou colocam
ninguém em risco; muitas vezes este tipo de matéria
beira o entretenimento
o suíte - é uma matéria que dá
seqüência ou continuidade a uma notícia,
seja por desdobramento do fato, por conter novos detalhes
ou por acompanhar um personagem
o perfil - texto descritivo de um personagem, que pode ser
uma pessoa ou uma entidade, um grupo; muitas vezes é
apresentado em formato testemunhal
* opinião ou editorial - reflete a opinião
apócrifa do veículo de imprensa (não
deve ser assinado por nenhum profissional individualmente)
* crônica - texto que registra uma observação
ou impressão sobre fatos cotidianos; pode narrar
fatos reais em formato de ficção
* entrevista - é o texto baseado fundamentalmente
nas declarações de um indivíduo a um
repórter; quando a edição do texto
explicita as perguntas e as respostas, seqüenciadas,
chama-se de ping-pong
* nota - texto curto sobre algum fato que seja de relevância
noticiosa, mas que apenas o lide basta para descrever; muito
comum em colunas
* chamada - texto muito curto na primeira página
ou capa que remete à íntegra da matéria
nas páginas interiores
* texto-legenda - texto curtíssimo que acompanha
uma foto, descrevendo-a e adicionando a ela alguma informação,
mas sem matéria ao qual faça referência;
tem valor de uma matéria independente |
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O
trabalho em redações jornalísticas
é geralmente dividido entre editorias temáticas,
agrupando os assuntos mais comuns do noticiário.
Em determinados locais, certos assuntos podem ser mais privilegiados
que em outros (Esporte no Brasil ou Economia em Londres,
por exemplo), assim como a classificação dos
assuntos adequados a cada editoria pode variar. No Brasil,
durante o regime militar (1964-1985), as notícias
sobre luta armada e movimentos "subversivos" eram
tratadas na página de Polícia, não
de Política.
Em
jornais diários, as editorias podem ser organizadas
em Cadernos e Suplementos, que são fascículos
de encadernação separada incluídos
no conjunto publicado e de periodicidade predeterminada
(geralmente semanal). Geralmente, a diferença entre
ambos é que, enquanto Cadernos são diários,
encartados a cada edição do jornal, os Suplementos
têm periodicidade maior, muitas vezes semanal ou quinzenal.
Jornais
diários de grande circulação e revistas
de informação geral normalmente têm
as seguintes editorias, que podem também ser tratadas
em publicações especializadas:
* Geral - não exatamente uma editoria, mas o departamento
e a equipe de reportagem e redação que tratam
de assuntos diversos, como acidentes, cataclismas, intempéries,
tragédias e até crimes (estes normalmente
reservados para a página Policial);
* Local ou Cidade - assuntos de interesse local ou regional;
* Nacional ou País - assuntos de outras localidades
do país;
* Política - às vezes, agrupada com a anterior;
* Polícia (conhecida como "RePol") - crimes
e assuntos de segurança, às vezes incluindo
também ações de Defesa Civil e Bombeiros;
* Internacional - assuntos diversos de política internacional,
relações externas, diplomacia, economia internacional,
cultura estrangeira e ainda assuntos diversos (como os da
Geral) desde que ocorridos no exterior;
* Economia - notícias relacionadas às atividades
produtivas do país, região ou cidade onde
se localiza o jornal, subdivididas em sub-editorias:
o Macroeconomia - políticas de Estado para economia,
comércio internacional, diretrizes nacional e internacionais;
câmbio e divisas, políticas de integração
regional;
o Mercado Financeiro - indicadores financeiros, mercado
de ações, bancos;
o Empresas - negociações entre empresas, balanços,
expectativas de faturamento;
* Cultura - todas as manifestações culturais
da sociedade, Cinema, Teatro, Literatura, Artes Plásticas,
Televisão, Música, Quadrinhos, etc.;
* Ciência & Tecnologia - temas de interesse acadêmico-científico
e de tecnologia industrial; pesquisas e descobertas científicas,
inovações tecnológicas, economia e
empresas de setor de alta tecnologia;
o Informática - às vezes editoria autônoma,
outras incluída sob a anterior;
o Astronomia ou Espaço - idem;
o Meio Ambiente e Ecologia - idem;
* Esporte - todas as modalidades esportivas, competições,
contratações, treinamentos e variedades sobre
atletas e personalidades do Esporte;
* Turismo - roteiros de viagem, serviços sobre destinos
turísticos;
* Automobilismo - automóveis e outros veículos
motorizados, incluindo aquáticos, como lanchas e
jet-skis; às vezes, inclui-se até aviação;
* Comportamento, Saúde, Família e Moda - assuntos
diversos sobre comportamento social, consumo, relacionamentos,
saúde e medicina;
* Educação e Vestibular - temas educacionais,
pedagógicos e educativos, auxílio a material
didático e pesquisa escolar, calendários de
provas de acesso universitário e concursos públicos;
* Infantil e Feminino - cadernos especializados em assuntos
estereotipicamente associados a gênero e faixa etária;
* Coluna Social ou Imprensa Rosa - notas e comentários
sobre vida em sociedade, geralmente sobre indivíduos
de alto poder aquisitivo e "celebridades" públicas;
* Classificados, Imóveis e Empregos - anúncios
pequenos, geralmente pagos por indivíduos.
Jornais
de grande porte também costumam ter editores específicos
para a Arte e a Fotografia. |
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Atualmente,
o jornalismo oscila entre a imagem romântica de árbitro
social e porta-voz da "opinião pública"
e a de empresa comercial sem escrúpulos que recorre
a qualquer meio para chamar a atenção e multiplicar
suas vendas, sobretudo com a intromissão em vidas
privadas e a dimensão exagerada concedida a notícias
escandalosas e policiais.
Jornalismo
também definido como "a técnica de transmissão
de informações a um público cujos componentes
não são antecipadamente conhecidos".
Este particular diferencia o Jornalismo das demais formas
de comunicação. Atualmente, termo Jornalismo
faz referência a todas as formas de comunicação
pública de notícias e seus comentários
e interpretações.
Uma
função do Jornalismo nos regimes democráticos
é fiscalizar os poderes públicos e privados
e assegurar a transparência das relações
políticas, econômicas e sociais. Por isto,
a imprensa e a mídia são às vezes cognominadas
de Quarto Poder (em seguida aos poderes constitucionalmente
estabelecidos: Executivo, Legislativo e Judiciário).
A
questão da imparcialidade é também
central nas discussões sobre ética jornalística.
É difícil distinguir textos jornalísticos
objetivos do chamado jornalismo opinativo. Jornalistas podem,
intencionalmente ou não, cair como vítimas
de propaganda ou desinformação. Mesmo sem
cometer fraude deliberada, jornalistas podem dar um recorte
embasado dos fatos sendo seletivos na apuração
e na redação, focando em determinados aspectos
em detrimento de outros, ou dando explicações
parciais -- tanto no sentido de incompletas quanto de tendenciosas.
Isto é especialmente efetivo no Jornalismo Internacional,
já que menos pessoas podem checar as fontes da apuração.
O
tipo de jornalismo de ética duvidosa ou contestável
é chamado de imprensa marrom. |
SITUAÇÃO
DOS JORNALISTAS DO MUNDO |
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Em
diversos países de regime democrático, o trabalho
jornalístico é protegido por lei ou pela constituição.
Isto inclui, muitas vezes, o direito de o jornalista preservar
em segredo a identidade de suas fontes, mesmo quando interpelado
judicialmente.
O
artigo 19 da Declaração Universal dos Direitos
do Homem estabelece normas para a liberdade de expressão
e de imprensa.
No
entanto, segundo a organização Repórteres
sem Fronteiras (Reporters Sans Frontières), 42 jornalistas
foram mortos no ano de 2003, principalmente na Ásia,
enquanto outros 766 estavam presos. |
SITUAÇÃO
DOS JORNALISTAS NO BRASIL |
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Segundo
cadastro da Federação Nacional de Jornalistas
— entidade que reúne todos os sindicatos de
jornalistas brasileiros — havia cerca de 20 mil jornalistas
com carteira assinada (empregados) no Brasil em 2003. Destes,
mais de 6.300 (30%) estavam no estado de São Paulo.
O
primeiro sindicato de jornalistas no Brasil foi fundado
em 1934, na cidade de Juiz de Fora. Quatro anos depois,
houve a primeira regulamentação da profissão.
A partir de 1969, o diploma de curso superior de Jornalismo
tornou-se obrigatório para o exercício da
profissão, por força de lei. Atualmente, há
cerca de 120 cursos de graduação na área,
formando quase 5.000 jornalistas a cada ano em todo o país.
Diversas empresas de comunicação, para cortar
custos, têm substituído jornalistas experientes
por recém-formados ou estagiários, que recebem
pagamento menor para executar o mesmo trabalho. Muitos sindicatos
brasileiros reclamam que o excesso de mão-de-obra
disponível provoca a desvalorização
dos salários da categoria.
De
acordo com pesquisa do Sindicato dos Jornalistas paulista,
com base em dados de 1999 do Ministério do Trabalho,
a remuneração média paga aos profissionais
da categoria no país era de R$ 1.988 (ou US$ 710).
A melhor média salarial era dos funcionários
de agências (US$ 982), seguidos pelos jornalistas
de jornais (US$ 727), revistas (US$ 622), televisão
(US$ 616), assessoria de imprensa (US$ 256) e rádio
(US$ 203). |
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| O CASTELO
ANIMADO é tão maravilhoso quanto A VIAGEM DE CHIHIRO. |
Mais um grande
sucesso em animação da parceria Disney/Pixar. |
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