Camelo
é um género de ungulados artiodáctilos
(de número ímpar de dedos) que contém
duas espécies: o dromedário
(Camelu dromedariu), de uma corcova e o camelo bactriano
(Camelus bactrianus), de duas corcovas. Ambos são
nativos de áreas secas e desérticas da Ásia
e Norte da África. O nome camelo vem do grego kamelos
a partir do hebraico gamal, "camelo".
O
termo camelo é usado para descrever qualquer uma
das seis espécies da família Camelidae:
os dois camelos verdadeiros e os quatro camelídeos
sul-americanos: o lhama, a alpaca, o guanaco e a vicunha.
Os
humanos têm domesticado camelos há milhares
de anos. Tanto o dromedário quanto o camelo bactriano
são usados para obtenção de leite,
carne e como animais de carga - o dromedário no
norte da África e Oriente Médio e o camelo
bactriano na Ásia central.
Mesmo
existindo cerca de 13 milhões de dromedários
hoje em dia, eles estão extintos como animais selvagens.
Há, porém, uma população selvagem
considerável de cerca de 32.000 que vivem nos desertos
da Austrália central, descendentes de indivíduos
que escaparam no século XIX.
O
camelo bactriano possui cerca de 1,4 milhões de
indivíduos, a maioria domesticado. Há cerca
de 1.000 camelos selvagens no Deserto de Gobi e pequenos
grupos no Irã, Afeganistão, Turquia e Rússia.
Ambos
são animais herbívoros. Podem tomar cerca
de 120 litros de água de uma só vez.