O
Fila brasileiro (em inglês, Brazilian
Mastiff ) é uma raça de cão de grande
porte desenvolvida no Brasil. Suas origens não
são bem conhecidas, mas acredita-se que o Fila
tenha sido desenvolvido a partir de várias raças,
incluindo o Mastiff inglês e o Bloodhound; este
último contribuiu com a pele flácida e enrugada
do Fila.
Pertencem
à categoria dos Molossóides, ao lado de
raças como o Boxer, o Pit bull, entre outros.
O
Fila brasileiro não é um cão considerado
muito inteligente por adestradores. É no entanto
bastante recomendado na guarda de propriedades rurais
e galpões fabris em áreas de pouca segurança.
São usados frequentemente como cães de proteção,
cães de guarda e cães de guia.
Os
cães dessa raça são grandes e pesados,
têm uma estrutura poderosa e a cabeça grande.
O padrão da raça é que os machos
estejam entre 65 e 75 cm na altura do ombro, com um peso
mínimo de 50 quilogramas. As fêmeas são
ligeiramente menores: 60 a 70 cm, com um peso mínimo
de 40 quilogramas. O pêlo dos Filas é liso
e curto. Cores contínuas ou padrões malhados
são permitidos, exceto os padrões “cor
de rato” ou branco. Manchas estão fora do
padrão da raça, embora sejam permitidas
nos pés, no peito ou na ponta da cauda.
A
raça tem um temperamento calmo, bravo e leal. Entretanto,
seu poder e força, junto com uma reputação
de extrema agressividade em algumas situações
conduziram à proibição (ou severa
restrição) desta raça em diversos
países. A raça é uma das quatro mencionadas
especificamente no Lei de Cães Perigosos de 1991,
no Reino Unido. As outras três raças mencionadas
são o Pit bull, o Tosa japonês e o Dogo argentino.
Em
Portugal, as raças consideradas perigosas pela
lei são exatamente as mesmas mencionadas na Lei
de Cães Perigosos do Reino Unido.